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Lousã - Uma aventura diferente... para homens de barba rija (parte II - as fotos que faltavam...)

Pois é malta... estão aqui as fotos a comprovar o nosso repasto a meio da descida da aventura atrás relatada. Isto para que a malta não pense que somos uns doidinhos que enveredámos por um estilo de vida saudável ao extremo! Não!!!! O pessoal continua a apreciar um bom petisco (só foi pena não haver umas minis...). Ora vamos lá a ver, isto bem combinado dará para fazer uma subida com mais uns quantos intrépidos aventureiros. Pára-se no Candal (uma aldeia em caminho) onde se comem uns docinhos para ajudar à subida e um cafezinho delicioso. E após a chegada ao pico (de nome Trevim) desatamos a descer por aí abaixo que nem uns doidinhos (ou não!). Ao que paramos no Terreiro das Bruxas para o petisco. A ideia foi lançada no comment pelo Agripino e eu apoio-a a 100%. Ao que parece o Usiodady já manifestou algum interesse. É uma aventura engraçada, puxadinha a nível físico e baratinha (o que é importante, pois fala-se por aí numa tal de crise). E por falar em Agripino, Parabéns ao homem, pois passou a fasquia dos 1000km na sua GT a pedais (que grande assado... ehehehe...!). E já agora parabéns a mim que trepei para os 32 anos em Fevereiro.
Mas seria porreiro a malta voltar a repetir uma voltinha semelhante à do 10 de Junho (que eu tenho pena de não ter podido seguir até ao fim) do ano passado, mas com o repasto merecido no Terreiro das Bruxas. Esperamos pela primavera para saber se o tempo ajuda.
Já agora correm rumores de que há um membro d´A Irmandade que breve se poderá juntar aqui aos maluquinhos numas voltas de "bicla", ao fim se semana. Será que é verdade? Saberão vocês quem poderá ser ele? Quem será? Uma coisa é certa, o Agripino e eu estamos aqui para te proporcionar um bom "baptismo", assim tu o queiras... ehehehe... Vá lá compra lá a "ginga"!!!

Abraço para o pessoal



Lousã - Uma aventura diferente... para homens de barba rija

Olá mais uma vez pessoal! Caso a malta não saiba o Agripino e eu andamos a investir forte numas voltas de BTT. Um dos nossos locais de eleição é a serra da Lousã. A subida não é fácil, como muitos de vós já puderam sentir em 10/6/2008. Agora imaginem subir a serra com neve... FANTÁSTICO!!!
Mas desde o início. Da malta que costuma andar só eu e o Agripino estávamos disponíveis para esta aventura. E assim foi, dia 02/12/2008 colocámos as bicicletas nos suportes do carro e lá seguimos em direcção à Lousã. O tempo não estava previsível e não sabíamos o que nos esperava... neve sabíamos que havia. Chegámos descarregámos as bicicletas e havia um nevoeiro que prometia algo de não muito bom. Ganhámos coragem e começámos a subir, até que chegamos a um ponto em que passámos as nuvens... estávamos acima das nuvens!!! E um céu descoberto, limpo como já não havia memória e a vista de uma serra plena de neve... paisagem fantástica!! E lá continuámos nós na difícil, mas motivante pedalada. Fomos subindo e a neve ia aparecendo, era difícil não parar, de poucos em poucos metros, para tirar umas fotos (as minhas de telemóvel, por isso a qualidade não será brilhante). Congratulávamo-nos mutuamente pela inesquecível aventura com que nos presenteámos. Chegámos a pontos onde já só jipes chegavam. Chegámos ao ponto onde já nem jipes passavam... Foi engraçado observar a cara do pessoal que vinha no quentinho e conforto de suas viaturas e que olhavam para nós com uma cara de incrédulos para nós, como que dizendo "estes 2 são maluquinhos!!!" Já próximo do ponto mais alto a que conseguimos chegar fomos abordados por um jipe que nos informava que não conseguia passar e que a temperatura eram uns quentinhos 0 (zero) graus. O céu estava limpo, mas a temperatura não enganava, além do mais o sol já se punha no horizonte. Estava na hora de sair dali o mais rapidamente possível. E a GNR também já afastava os mais incautos e alertava que seria impossível continuar ali. Começámos a arrepiante descida através de neve e gelo. Ainda hoje estou para saber como descemos tão rápido sem cair, mas o frio já falava muito alto e descer foi mesmo muito complicado. Mas ainda faltava uma coisa... a chouriça!!! Estava combinado e não podia falhar! Ainda tínhamos que grelhar a chouriça no grelhador do Terreiro das Bruxas, situado algures no meio do pinhal. Descemos velozmente e lá chegámos ao dito lugar... sacar das acendalhas, procurar lenha (grande aventura, com toda aquela humidade), grelhar a chouriça e acompanhar com pão. Entretanto tivemos uma inesperada visita... a GNR. Mas nada de grave só procuravam saber se estávamos bem e se tardaríamos muito a regressar à vila, pois o tempo iria agravar-se breve. Repasto terminado e regressar à vila... e que aventura, imaginem o que é descer por uma estrada de terra batida, rodeada por um denso pinhal e com a escuridão total das noites invernais. Valeram-nos as nossas improvisadas luzes.
E lá chegámos sãos e salvos... tínhamos saído do carro por volta do meio-dia e estávamos a regressar eram 20h. Oito horas de uma subida e aventura inesquecível.

Obrigado pela companhia nesta aventura Agripino. Qualquer coisa que tenhas a acrescentar, faz favor. Partilho convosco algumas fotos do meu telemóvel.

Abraço

(PS- E uma palavra de apreço às nossas amadas -> as bicicletas que não nos deixaram ficar nada mal)


















kart (26/7/2008) - V.N. Poiares

E como eu hoje enchi-me de coragem e inspiração para a escrita, aqui vai algo por mim prometido, mas há muito esquecido. A minha desculpa pela falha, pois na altura comprometi-me a colocar aqui os resultados. Ora bem para os mais despistados (sim, "despistados" é/foi a palavra certa), decoreeu no longínquo dia 26/07/2008 uma prova de kart, em V.N. Poiares, uma corrida de karts que contou com a participação de alguns membros d´A Irmandade. Eu era um dos candidatos à vitória uma vez que praticamente corria em "casa", foi-me confidenciado pelo responsável pela pista que eu estava em dia mau e fiz o homem perder todo o dinheiro em mim apostado, pois eu era o favorito na sua mesa de apostas (a parte do dinheiro é mentira, mas o homem apostava em mim para ganhar... enganou-se!). Tive uma má prestação... admito. Fiz uma excelente qualificação... pole position, mas de resto saí-me mal. Aqui vão os resultados... para recordar.

Tentem lembrar-se dos números. Eu era o 18, fui o homem da pole position e terminei em 5º no conjunto das duas mangas.

Abraço pessoal... aventura a repetir!!!








Ao fim de 7 meses

Até que enfim consegui sair à noite, e ir beber um copo!!!
Estava complicada a coisa, mas lá matei um bocadinho de saudades do convívio num café. A parte mais complicada é quando perguntam o que quero beber... A resposta imediata seria, como sempre, um café e um fino mas tive que morder a língua. Quando pedi o sumo disseram-me que só tinham garrafas de litro e meio... eu não estava assim com tanta sede... Acabei por beber uma cola e pronto arrumou-se a conversa.
Já com o adiantado da hora (23h00 - o que um filho faz aos nossos horários é incrível!!) lá resolvemos ir a um bar que eu não conhecia. Quando lá cheguei, senti-me outra vez como nos tempos antigos depois de beber uns copos. Aquela dificuldade em andar, subir da estrada para o passeio foi uma aventura, e arrastar-me até à porta do eMe foi um pincel. Só à porta é que vimos que era impossível entrar, as escadas eram mais que muitas e eu não ia chegar lá acima nessa noite. Ficámos pelo bar da livraria mesmo ali ao lado. Impecável! Aí malhei mais um copo cheio de sumo.
Foi uma rica noitada! :D
Até parece que estou a gozar, não é?! Mas a verdade é que adorei! Só as bebidas é que podia ter sido as de antigamente mas pronto... Grande noite! Tão boa, tão boa que no dia seguinte fiquei de cama (como antigamente) mas não foi de ressaca foi com dores nas pernas ehehehehehe!!
Abraços para todos!!!

"Eu, Marta..."

Não, não vou fazer qualquer operação de mudança de sexo, ou falar de algum livro de alguma alternadeira. Vou, isso sim, falar do grande evento de final de verão desta época: o casamento do Pardal!

A véspera

Tudo começou, como já disse o Francisco no post anterior, na noite da véspera do grande dia, ou seja, sexta-feira, dia 14. Eu e Aquele-Que-Não-Pode-Ser-Nomeado-Porque-É-Muito-Sensível-Ao-Seu-Nome [AQNPSNPEMSASN] - acabadinho de chegar de terras africanas nesse mesmo dia - saímos de Coimbra pouco depois do jantar apontados ao eixo Oeiras-Alcabideche, onde já estavam, em moderados festejos, o noivo, o Humberto e a Tocas. A viagem correu muito bem e cheia de histórias do AQNPSNPEMSASN, sobre África e a sua estadia até ao momento (histórias que não vou partilhar dado que ele ainda pode ter erupções cutâneas de gravidade extrema por se falar dele).

Chegados a Alcabideche, apanhamos o Francisco e fomos ter com os restantes a Oeiras, onde já se tomava cafézada com direito a música ao vivo. O noivo estava bem disposto mas infelizmente mostrou-se irredutível na sua intenção de bater em retirada pouco tempo depois... Acho que fez bem mas acho mal! Depois de mais um pouco de convívio no mesmo local, decidiu-se rumar a Lisboa e assim, depois de nos despedirmos da Tocas, que foi a desistência número 2, rumámos à Rua da Bica onde, mais uma vez, encontramos um "ambiente descontraído e muita animação". Nesta altura juntou-se ao grupo o elemento que o completaria, o BigMilk. Infelizmente chegámos já algo tarde e rapidamente se começaram a fechar os bares, movimento a que respondemos com rápidas rodadas de finos.

O ponto de passagem seguinte, e último, foi o Lux. Não conhecia e não desgostei. Espaços amplos e bom ambiente... De ressalvar o assédio de que foi vítima o BigMilk, por parte de duas jovens bastante soltas, ao qual resistiu estoicamente! Chegado o fim da noite, cada um rumou ao seu ninho, sendo o meu e o do AQNPSNPEMSASN, mais uma vez, a casa da piscina dos sogros do Francisco. (Faço ainda aqui um parêntesis para pedir novamente desculpa ao noivo pelo telefonema ás 6 da manhã, que lhe transtornou o sono todo! Era só para mandar um beijinho...)

O grande dia

Frescos que nem uma alface cheia de orvalhada, recebemos o Francisco, a Carol e o LT ainda a tempo de tomar um pequeno almoço ligeiro e ir até ao café ver a primeira parte do rugby (All Blacks - Portugal) com o Becas, ainda na Charneca. Depois fomos até Alcabideche, onde se almoçou uma bonita picanha e onde se procedeu à cerimónia do vestir-a-roupa-bonita. Por esta altura houve algum zumzum, devido ao facto de o Francisco ter uma gravata igual à minha e não querer trocar por outra. Obviamente cabia-lhe a ele trocar de gravata, visto que estava em casa e tinha lá outras... mas não trocou e fomos de gravata igual!

Estava combinado encontrarmo-nos em casa do noivo ás 15h, visto que era suposto estarem lá os padrinhos a essa hora e nós tinhamos um padrinho (AQNPSNPEMSASN). No entanto a nossa comitiva atrasou-se um pouco e chegados lá, por volta das 15h20, o noivo já tinha saído para a igreja e partimos em perseguição, mantendo contacto com o BigMilk, que estava com o noivo, que nos informou do estado de nervos alterado em que ele se encontrava.

Chegado ao adro da igreja, não achei que o estado de nervos fosse tão grave como cheguei a temer... mas havia nervos! Obviamente, não me safei do castigo corporal por causa do meu telefonema de madrugada (inteiramente merecido). Por ali se esteve, enquanto iam chegando mais convidados, gozando com gravatas iguais e convidados em manga de camisa (*cof*agripino quetrouxecasacoquenãocondiziacomascalças*cof*), enquanto o Pardal saltitava de um lado para o outro a ver se tudo estava nos conformes.

Com o aproximar da hora, todos se dirigiram para o interior da igreja, onde se manteve o mesmo convívio que se vivia no exterior... até o padre interromper, ao microfone, com algo como "Isto não é um café...". Fez-se silêncio (bem...menos barulho) e poucos minutos depois tocava o Canon in D do Pachelbel (o original...e não este) que marcava a entrada da noiva, très jolie e sorridente. Seguiu-se a cerimónia, sem percalços de maior e de onde se salienta a frase que dá o título deste post, "Eu, Marta...", proferida pelo noivo!

Depois de alguns enganos pelo líder da caravana destinada ao sitio do copo de água, que até serviram para animar a malta, lá chegamos ao destino. O gin tónico estava "au point" e o tipo a tocar saxofone no átrio foi um toque engraçado. As expectativas levantadas durante a viagem também não foram defraudadas: havia croquetes!

O copo de água também correu muito bem e em bom ambiente. Estava tudo óptimo (o peixe... oh, o peixe!) e bem servido (um bem haja à D. Maria, que nos trouxe umas garrafas à socapa!). Seguiu-se o bolo de noiva no átrio, acompanhado de champanhe (finalmente vi abrir uma garrafa de champanhe com um sabre), que antecedeu "a farra", também no átrio.

DJ e bar bem posicionados, em ponto elevado (um para ter boa visão sobre "a pista" e outro para servir de profiláctico - se não consegues subir as escadas é melhor que não bebas mais, mesmo) acompanharam o restante da noite, bastante animada e plena de convívio (ler "plena de convívio" em voz suave e lenta...talvez com panpipes a tocar Mike Oldfield por trás). É ainda digno de apontamento o tradicional "Hino de Civil", cantado no salão de jantar durante a ceia (com algumas palavras a serem abafadas com AAAAAAHHHH)! :)

O fim da noite chegou com naturalidade (o mesmo não se pode dizer da noite... onde fui acordado algumas vezes por barulhos que pareciam um tractor...ou trovões...) e o dia seguinte passou como os normais "dias seguintes": com óculos escuros e mcdonalds para o almoço. A viagem de regresso a Coimbra correu sem acontecimentos de relevo, marcando o fim de mais um nó no seio da Irmandade, o que veio empatar: 3-3.

Resta-me mandar daqui um grande abraço aos recém-casados! E um bom regresso a casa (chegam amanhã)...

Abraços

PS: Ao padrinho que não estava mas "Estava": Grande abraço na entrada da segunda batalha ;)

PPS: Logo no dia seguinte o AQNPSNPEMSASN rumou de volta a terras longínquas. Espero que até ao regresso pareça um tirinho. Por ti e por nós, que nos fazes falta... apesar de seres anormal. Abraço

Fazer o ninho ao Pardal

Desde já adianto que certamente não serei eu o mais indicado para relatar esta bela noite de copos... mas dada a letargia de tantos e para deleite do nosso Pacheco, cá vai!



O Pardal, como a maioria saberá é um gajo estranho... não queria uma despedida de solteiro, mas se o encontro de amigos tivesse outro nome... já podia ser! Eu, no meu entender, festa uma semana antes do casório, com copos e artistas de palco... lá chegaremos, mas eu vou-lhe chamar uma bela noite de copos com amigos.



A organização ficou a meu cargo, com ajuda preciosa da malta, Humberto e Big Milk, pena foi o atraso inicial que impediu a realização da 1ª actividade... beber finos a ver o pôr do sol... mas ultrapassada esta pequena falha avançamos para uma enoteca; hora 20h00, presentes: eu, o Noivo, o marido da irmã da noiva (deu um toque bem familiar à festa... daqui em diante será referido como M.I.N.), Humberto, Agripino, Mercilon, Big Milk e o já saudoso Dani de Pombal. Vai de espumoso, tapas, espumoso, queijinhos, branco, mexilhão, e para terminar mais um branquinho; aquecimento feito, arranque para o restaurante e vai de repasto. Pelo meio a selecção a tentar deprimir a malta, mas antes que os ânimos arrefecessem e findo o petisco, vai de minis na sociedade recreativa de carnide... mai nada, de volta às origens... tasco de bela apresentação e malta com vontade de pagar rodadas.

A tempo, toma-se a mais sensata decisão da noite, abandonar veículos em casa do Big Milk e chamar táxis. Rumamos à rua da Bica, nunca desilude, ambiente descontraído e muita animação... abrem-se as hostilidades e tal, pagas tu, pago eu e ... sei que gostei muito... Entretanto, quando julgava ter já perdido uma mão cheia de compinchas... ia jurar que tinha ficado fechado dentro de um dos bares, que dado o adiantado da hora tinha fechado portas a quem quisesse entrar... eis que se reune a matilha a reivindicar um espetáculo de palco! Realmente não era uma noite de copos completa sem actividade cultural... lá fomos e lá encontrámos um sítio simpático, bom atendimento, belos sofás (que o diga o Big Milk que aproveitou para uma sesta retemperante) e belas artistas de palco.

Findo o espetáculo, tinhamos um destino e ainda muita vontade de não dar por terminada a noite. Cuorum no desino, o Kubik, discoteca ao ar livre que passou por lisboa durante a verão. Eram umas cinco e meia da matina quando lá chegámos, ali para os lados de Sta Apolónia, e realmente o Kubik rula!!! ehehehe grande som, uma pequena multidão e... sei que gostei muito e que quando de lá arrastei o que sobrava de mim ainda havia malta a falar em beber mais uma mescalina(!) e depois tomar o pequeno almoço... ora, como eu sou um gajo que conhece os seus limites... até porque já algumas, poucas, vezes os atingi... disse para comigo... oh meu grandessíssimo bêbado, tu tens mulher e um filho e já se vê gente acordada!!! E lá decidi que era a hora de voltar pra casa. O noivo tb deve ter falado com os seus botões, pois acho que veio comigo.

Foi realmente uma bela noite de copos com os amigos! Ainda antes do casamento tivemos mais uma desp... festa, mas como o noivo não veio... não vou contar, mas também foi bastante agradável e o Presidente até decidiu aparecer (talvez lhe tenha pesado na consciência a ausência desta memorável noite!) .
O Humberto consegui ainda uma das mais carismáticas fotos do noivo, mas não se encontra disponível para publicação.

P.S. agora reparo que dei uma sigla ao Luca (Marido da Irmã da Nnoiva) para facilitar futuras escritas... e não o voltei a mencionar... detalhes. Mas uma bela estreia do MIN com a irmandade... muita raça!

Venham mais destas, certamente virão... e com A Irmandade em peso, uns de volta de África outros de volta da guerra.

Grande Abraço Sócio... (que acabo de comprar uma máquina de fazer sumos azul e era a ver se lá querias experimentar uns azulejos com mostarda mexica, ouvi dizer que são óptimos com chiolas frescas!!!) altamente!

Casório!

[escrito em 12/07/2007]

Lá tivemos mais um evento de elevada categoria.

Peço desculpa pelo hiato de tempo entre o acontecimento (7 de Junho) e a data deste relato mas muitas vezes as ideias precisam de amadurecimento antes de serem deixadas para a posteridade. Este não é o caso, foi preguiça pura.

Pois é, um dos casais em que muitos apostavam para próximos a dar o nó não desiludiu e no passado mês de Junho a Marina e o Beto Mãozinhas decidiram unir-se... pelo sagrado matrimónio (ler com voz melodiosa).

Como sempre, estes eventos muito apreciados pela Irmandade e amigos, começa com uma parte que alguns tendem a desrespeitar. Essa parte é o casamento propriamente dito. A cerimónia realizou-se na mesma capela que o casamento do Pacheco, pelo que, mais uma vez, estávamos a uns meros 30 passos do Pinto, condição suficiente para que uma debandada generalizada tenha ocorrido, passados uns 15 minutos de cerimónia.

[neste ponto o post foi vergonhosamente abandonado para apenas ser finalizado hoje]

Finda a cerimónia, o atirar do arroz e os abraços e beijinhos, a caravana dirigiu-se ao local do copo de água (do qual me escapa, naturalmente, o nome).
Originalidade na "ordem das coisas", já que se começou pela cerimónia de cortar e comer o bolo de noiva, talvez para ser apreciado com a sobriedade que merecia. Originalidade também na indicação das mesas, dependuradas numa árvore na entrada do local.

Quanto à boda propriamente dita, não retenho, infelizmente, grandes pormenores, devido ao tempo entretanto passado (mea culpa)... Lembro-me de tudo ter corrido nos conformes e que a refeição estava bastante boa.

No fim, houve o tradicional convívio, in loco. Lembro-me do bar aberto e das conversas despreconceituosas sobre o passado homossexual de cada um. Lembro-me ainda do Trolha (agora emigrante na Mauritânia) andar a fugir do par que para ele se tinha escolhido...

Lentamente as pessoas foram saindo e às páginas tantas estava quase só família próxima dos noivos, e um bando de inconvenientes que não deixavam as pessoas ir embora para as suas casas (obviamente, alguns de nós que já não sei precisar quais).

Depois de alguma diplomacia falhada para engrossar as fileiras dos "resistentes até ao fim", estava definido o trio final: Agripino, Brinca e eu próprio. O destino (lembro que se tratava de uma 5ª feira, feriado) foi o Vinyl, pois tudo o resto estava fechado... E mais valia que tivessem também fechado o Vinyl porque nos tinham poupado dinheiro mal gasto... :P

"And they lived happily ever after" ;)

PS- O atraso deste relato é vergonhoso, pelo que peço desculpa a todos, principalmente aos noivos!
PPS- Temo pelo deserto que este blog se tornou, espero que seja uma onda passageira e volte à pujança de outros tempos.

Lovely Relax Unip LD

“Topa-me a diferença de volumes…” – anónimo

“… TCHLAP!!!…” - mão anónima, gajos a rirem-se e dois a irem às lágrimas

“Isto chama-se ligação directa…” – anónimo

“ Dá-lhe!!!… Não dês!!!.... Dá-lhe!!!... Não dês!!!.... Tchlap! (e deu)” – mão anónima outra vez

“Podes ver, mas não mamas aqui!!!” – autor anónimo com dupla personalidade ou síndrome de tourette, ficámos sem saber

Finalmente, lá se disparou umas bolas de tinta!

Depois de muitas convocatórias lá se conseguiu marcar com sucesso o tão esperado paintball, mais um evento com a marca de qualidade das Organizações Mercilon.

Como de costume combinou-se o encontro nos Annos Loucos (sim, aquilo agora tem um placard luminoso e muitos de nós só agora descobriram o "n" extra!), para quem pretendia usufruir de um guia extraordinaire, connaiseur da zona de Aveiro, mais precisamente, São Bernardo, onde iria ter lugar a pintura.

Felizmente não houve grandes atrasos, apesar dos gloriosos festejos na noite anterior devidos ao aniversário do Humberto (só agora reparo que não houve post de aniversário! Grande falha! Ficam aqui, atrasadissimos, os parabéns do blog ao aniversariante. Mesmo sendo um aniversariante que despreza o blog!!), e depois de umas cafézadas e de uma rápida distribuição das gentes por veículos partimos rumo à Veneza Lusitana. A viagem correu sem problemas e o guia extraordinaire depressa conduziu o seu cardume a bom porto.

Chegámos ao destino em simultâneo com o organizador, que vinha de Gouveia e no local estava já o Julião, que tinha sido o primeiro a chegar. Estavam reunidos todos os combatentes e, depois das habituais explicações da malta do paintball e da distribuição de equipamentos (com hesitações várias quanto a usar ou não camisola por dentro do fato) estavam prontos e com sede de tinta todos os valentes!


Logo de início, como se pode verificar pela foto acima, a equipa de verde adoptou uma posição dominadora e agressiva, demonstrando toda a sua bravura, baseada em fundações firmes de talento e coragem pura. A outra equipa, auto-denominada Massai, adopta, como era esperado, uma posição que pode ser descrita como um misto de medo, subjugação e admiração (muito bem reflectida na cor do seu equipamento: beige).

Logo no primeiro jogo, e como seria de esperar, a equipa verde tomou a dianteira e as rédeas do evento, para não mais perder essa posição dominadora, embora o resultado tenha alternado, ao longo da tarde, entre uma vitória verde e o empate, sendo o resultado final um injusto empate. A responsabilidade desse empate, confidenciaram-nos fontes internas da equipa de verde, é colocada inteiramente nos ombros de um elemento que assassinou um colega de equipa logo no segundo jogo (o nome do assassino ficou incompreensível na chamada anónima que foi feita para a redacção mas pareceu-nos que seria qualquer coisa como The New Rolha).

De salientar ainda a boa organização (tanto do Mercilon - abençoadas Superbock nos intervalos-, como do pessoal da Planiconquista), alguns pormenores de classe durante o jogo (por exemplo, o slide/tralho do Francisco, o "joelho técnico" do Beto, o "deixa cá ver a que é que isto sabe" da Marina ou o "tiro surpresa no cú" do Agripino) e ainda o sumptuoso lanche final.

A guerra foi dura e no final vários eram os que traziam consigo as marcas de um dia de tinta, suor e lágrimas, como se pode ver pelos seguintes dois exemplos:





















Infelizmente não sei quem são os donos dos itens acima fotografados mas pode ser que se acusem nos comentários.

Resumindo, mais uma tarde bem passada, que penso que se pode repetir em breve, também para experimentar o campo outdoor da Planiconquista (mas parece que entretanto teremos karts em breve também).

Beijos para todos, que hoje não me apetece abraçar.

A Tainada do Cabrito

Que rica tainada esta!!
Tudo começou com uns cabritos que sobravam em alguma casa. Vai daí, alguém conhecia um familiar que preparava cabritos como ninguém, mas tinha de ser cozinhado em forno a lenha senão... Epá, disseste forno a lenha?!? Então não há problema porque lá em Vale da Silva há um. Mandem lá vir os cabritos. E ficou tratado!
Diga-se desde já que era pura verdade que o familiar do Agripino sabia mesmo temperar os animais muuuuuito bem. Estava uma verdadeira maravilha!!
A manhã de Sábado começou cedo para quem pernoitou em Vale da Silva. Como o forno ainda ia queimar alguma lenha fiquei de arranjar alguma para a substituir, no telheiro. O Pardal prontificou-se a ajudar em tal tarefa e portanto acordou, de manhã, com o suave roncar da moto-serra.
A manhã foi dedicada à elaboração de doces e sobremesas pelas raparigas, dedicando-se os rapazes ao exercício de corte de troncos e arrancas de oliveira, bem como do respectivo transporte (que não é pera fácil!! para quem não está habituado). Este exercício faz-nos sempre perceber como é possível comer uma bucha generosa a meio da manhã, acompanhada de uma cerveja fresca. A malta começa a chegar ao local no momento de rachar lenha, dando direito praticamente a um campeonato entre Pardal e Trolha, aprimorando-se a melhor maneira de atacar o cepo. De destacar a pressistência do Pardal, em alguns casos de cepos mais teimosos, e também vítima de alguma fadiga (que o acompanhou por alguns dias, eheheheheh!).
Iniciam-se os preparativos da tainada com a prova de alguns vinhos, até que uma feliz alma tem a brilhante ideia de fazer um elixir arrebatador: aquecer o vinho, juntar açucar e hortelã. Só vos digo: Uuuuuuuuuuuuui ! Tão bom!! E subia que nem um maluco! Desaparaceu tão depressa que teve de se mandar vir mais um garrafão de cinco litros. Enquanto isto o amigo Trolha andava de roda do tacho do arroz de miúdos com carqueja. Não fora um olhar mais atento e teríamos todos comido arroz de miúdos com cardos, arroz literalmente picante. O forno foi dominado pelo seu mestre, e meu irmão, que aprendeu a arte ancestral com a avó.
Quando a comida chegou à mesa, então sim, comeu-se muito bem. E depois do cabrito ainda se conseguiram atacar as sobremesas, que estavam divinais!
Um último agradecimento ainda à Lua, que nos proporcionou um eclipse total.
É um evento a repetir!

Fim de semana tranquilo - Snow Party

Fortemente agarrados ao lema só faz falta quem cá está, eis que mais uma vez um grupo de valorosos senhores se dirigiu mais uma vez a casa das Penhas..........

Sexta-feira, 09 de fevereiro

Seis da tarde, debaixo de uma neblina, vulgo chuva molha tolos, os tambores da guerra começam a rufar, ok não houve tambores eu liguei ao freak (a.k.k Figueira/Luis Duarte), lá nos encontramos perto do seu local de trabalho que curiosamente e meso ao lado do sitio onde moro. Houve ainda tempo para um pequeno snack e a troca de informações acerca de umas cabeleireiras que frequentam la o sitio do pequeno almoço do freak.
Rumo a viseu, plena A25 debaixo de forte estardalhaço de chuva mais um telefonema desta vez com o usiodady e usiomamy, pequena dissertação acerca do melhor rumo a tomar, este tomar não tem nada a ver com aquela piadola facil do amigo brinca :).
Ao fim de algum tempo a primeira paragem prevista QUINTA DO ADAMASTOR, va-se la saber porque mas este pequeno grupo foi o primeiro a chegar, nos entretantos eis que o resto dos folioes começa a chegar, juntano-se assim Irmandade e Bairro Social.
Deu-se o jantar, como já conhecem a ementa digo-vos o seguinte, quando lá fordes lebai o petite com ustedes, bai-se a ber e ficais com a pança arrebentada........ prontos menos o brinca que tem a capacidade de ter um estomago elastico, acho até que pela sua capacidade vai entrar na segunda temporada do heroes eheheheh.
Rumo as penhas, por caminhos sinuosos e turtuosos, algo que sempre se deve fazer depois de bem regados eis que a vista aparece já a mitica casa......
Procedeu-se a respectiva distribuição dos quartos e descarga dos mantimentos..... e contagem de munições.... ai deu-se o panico, apenas 8l de vodka a chamada bebida de homem, .....

Get set, ready, go .........
Procura das canecas leiteiras, preparação da bebida e pumba.... olha estamos bemmmmm, o convivio entre os presentes, grupos formados eis que uns na cartada, outros na cabaqueira e outros na pista de dança abrilhantados pelo DJ Pilula.... pormenores :):) prontos vejam depois os comments que eu não me lembro de muito mais :) sei que eram 7h30 quando se mandou a toalha ao chão :)

Sabado, 10 de fevereiro

Eis que a malta se levanta... em muito bom estado por sinal, e a força de uma promessa feita em jeito de "ok, a malta promete so para não chaterares mais que estou de ressaca", promessa essa feita no fim de ano... (miuda nao leves a mal sabes que a malta gosta de ti :)) , lá se juntou um bando e após a ja habbitual excursão a bela pousada das penhas aventuramo-nos pelas serras e vales na busca da beleza natural, mal se dará dizer que a custa da boa disposição da noite anterior alguns estomagos menos afoitos não aguentaram tanta curva, lá se passou pelo poço do inferno, na qualquer coisa do meio... diga-se que uma coisa no meio e sempre bonita e aos pois um belo pit stop numa tasca no sabugueiro a degustar a bela sandocha qe queijo epresunto tipicos, os mais arrojados até provaram do nectar local de uvas.........
Viagem atribulada entre névoas e eis que chegados a casa a já tambem habitual e bem saborosa feijoada nos aguardava.....
E pronto lá recomeçou tudo de novo, com elementos frescos acabadinhos de chegar iniciamos as hostilidades, ghrande destaque para o belo jogo das mãozinhas um clássico infalivel e para duas senhoras que se destacarm uma com a bela performance de quase uma garrafa de amendoa amarga e outra que só merecia a recriminação da sua irmã mais velha :)
a partir daqui meus amigos........ brancas, brancas,brancas.........

Olhem lembro me que cheguei a lorvao e votei sim ..........





Firestarter... 30 anos!!!

E eis que chego aos trinta anos… Sem dúvida teria de ser uma data para assinalar. O dia começou cedo para mim, pois desloquei-me às minhas origens para almoçar e celebrar com os meus pais e a minha avó. Tal deslocação serviu também para carregar mantimentos para uma noite que se desejava alegre já em Coimbra. A data de aniversário é sempre uma data porreira, pois perdoam-nos muita coisa… foi o que se passou com o meu pai que anda lá em obras em casa e eu ao tentar colocar a minha viatura (que pelos vistos é um pouco baixa) na garagem dei-lhe cabo de um batente do portão que ficou preso por debaixo do meu carro. O meu pai lá se conformou e sorriu, nada havia a fazer e lá regressei eu a Coimbra, deixando o meu pai a reparar a merda que eu tinha feito…
Chego a Coimbra e está na hora de ir buscar uns “refrescos”… tarefa que foi bastante demorada, chegando eu a casa quase em simultâneo com alguns dos convidados. Começam a compor-se as mesas e as goelas a serem regadas. Recordo que esta casa já foi palco de violentíssimas festas em que ninguém daqui saiu sóbrio ou algo semelhante. Não foi o caso, mas parte de nós já saiu daqui bem tratada. Ainda no 3 A as baixas foram-se avolumando… caso para realmente nos apercebermos que a vida já não é como quando tínhamos 20 anos… agora há compromissos, há cansaço, há stress de trabalho, enfim… Foi também no 3 A que iniciámos uma sessão de “bardas” estranhas, ex: “o moche do amor!!!”, foi uma tirada do presidente, já não sei em que contexto, mas foi bonito… “moche” e “amor”, duas palavras que sem dúvida existem para serem ditas em conjunto. E mais um momento alto da noite: o zodíaco, o horóscopo!!! Este momento foi por mim proporcionado e devo dizer-me que foi um momento muito difícil para mim… ia morrendo… a rir!!! Foi-me extremamente difícil declamar certos signos… em especial o de caranguejo. (para os mais curiosos eu irei postar este horóscopo magnífico). Festa no 3 A a findar e tomar um cafezinho no D.João, após o que ficaram os últimos resistentes (os habituais: trolha e presidente; os quase habituais: agripino; um raro habitual: eu e uma foragida, mas sempre dada a estas andanças que eu vou chamar de loura). Distribuímo-nos pelas nossas montadas e fomos continuar a rega das goelas até ao Irish donde ressalvo dois momentos altos. 1) falou-se numa possível punição aos membros menos activos ou mesmo inactivos deste espaço, recordaram-se formas de castigo ancestrais que de facto poderão ser postas em prática… eu pelo menos contribuirei para que tal aconteça; 2) “mahna mahna”… seria inevitável!!! Descobrimos as origens latinas de “mahna mahna” que se traduzem por “bai lá bai lá”. Descobrimos que tal cântico surgiu quando um grupo de amigos se junta e decide quem é o “voluntário” para ir buscar bebida… quando o “voluntário” não demonstra muita voluntariedade, os outros desatam a cantar de forma deplorável e castigadora… “BAI LÁ BAI LÁ”.
Continuando os 5 resistentes, novo rumo… Lalem!!! Aqui a malta distribui-se um pouco… enquanto uns ficaram em baixo a ouvir música deplorável com o pretexto de “aqui em baixo há gaIjas!!!”, eu decidi-me por não ferir o meu ouvido e subir até ao piso de cima onde estava estabelecida parte dessa tribo estranha… os rockabillys!!! Gente estranha, mas com um gosto musical excelente. Sinto pena daqueles que não souberam apreciar uma sequência brutal com “Led Zepelin – Whole lotta love” logo seguido de “Motorhead – Ace of Spades”… muito bom… muito bom mesmo. Já para o fim da noite as dissertações continuaram e demo-nos a conversar sobre o “barulho das luzes” que por vezes passava no rabiosque de umas belas calças de ganga. Também em conversa idealizámos uma nova fantasia sexual… papar uma tia e uma gótica em simultâneo (o que o álcool faz às pessoas… vejam-me só que caixa de pandora!). Após, iniciaram os convites para sairmos do espaço, pois a noite já estava velha e um novo dia preparava-se para nascer…
Foi uma noite agradável… agradeço a todos os que puderam comparecer.
E vivam os 30 anos!!!! A vida começa agora!!!!

As Jornadas d'A Irmandade - Review

Já lá vão três anos desde a entrada d'A Irmandade no mundo virtual. Para assinalar essa gloriosa data surgiu a ideia das Jornadas, na mente iluminada do Francisco. Após algumas reuniões via messenger ficou decidido que o destino seria Figueiró da Granja, localidade onde o Francisco tem uma bela casa de família.

A partida estava marcada para o próprio dia do aniversário, 6ª feira, 26 de Janeiro. Alguns telefonemas para acertar ponteiros depois, estava eu a chegar a Lorvão, onde me transferia para outro veículo, o do Julião. Ainda em Lorvão, fizemos um pequeno compasso de espera (aproveitando para carregar A mochila) para dar tempo ao Francisco, que estava um pouco atrasado.
O ponto de encontro com o Francisco foi a já mítica estação de serviço da barragem da Aguieira! A partir daí foi sempre a andar até Viseu, onde ficou a usiomamy e o LT (este último a exercitar os seus pulmões e sistema de som para uma futura carreira no mundo da música alternativa) e ainda onde pudemos ser inundados de mantimentos, aquecedores e recomendações. Deixo já aqui (antes que me esqueça), novamente, um enorme agradecimento a toda a familia usidady pelos preparativos e simpatia a que já nos habituaram. Paragem seguinte: Fornos de Algodres.

Depois de reunirmos com o mercilon nas redondezas, estava completo o quarteto para a noite. O local do jantar foi indicado pelo Julião, que demonstrou elevado conhecimento da zona, graças ás suas aventuras profissionais (e assim...) por terras beirãs. O repasto foi de elevada qualidade e ainda mais elevada qualidade de confraternização, bem acompanhada com cabrito, nacos à casa e vinho da mesma.


A paragem seguinte foi, finalmente, Figueiró. Lá, descarregamos todas as bagagens, acondicionamos a lareira e ligamos os aquecedores. Foi também tempo de ir preparando o dia seguinte, com um rápido check às bebidas, que incluiu algumas provas.

Depois de tudo preparado, e com a decisão de rumar à cidade da Guarda tomada, dirigimo-nos, ainda em Figueiró, ao café/restaurante "O Retiro do Pinóia" para tomar um café e duas "mines". No interior estavam uns 5 ou 6 locais, que assavam chouriço na lareira enquanto viam wrestling na tv por cabo - o contraste deixou-nos de sobrolho levantado mas não tanto como o quadro do unicórnio cor-de-rosa por cima da lareira.


Como já disse antes, o destino final foi a Guarda. A viagem até lá foi rápida e animada, contando com prestações vocais de alto gabarito (que foram gravadas mas às quais aconteceu uma desgraça - lá chegarei). Guarda a -5ºC, practicamente não há vivalma na rua. Podia entrar no pormenor de cada um dos 5 ou 6 bares por onde passamos mas acho que basta referir que nos devemos ter cruzado com um total de 50 pessoas para ficarem com uma ideia do ambiente vibrante. Num dos bares teve de ser dada mais uma lição de dardos e num outro, no último, gravaram-se para cima de uma dezena dos tais clips musicais! A inveja pelas nossas vozes melódicas e doces (ou mesmo o medo de que estas pudessem enfeitiçar suas donzelas) levou a que fossemos fulminados diversas vezes com olhares frios e ameaçadores. Mas, como quaisquer artistas que se prezem, estavamos dispostos até a por em risco a nossa integridade física... tudo pela arte. Felizmente nada se concretizou e pudemos regressar a casa sem altercações e continuando a alegrar o gravador do meu telemóvel com melodias várias.

Ainda uma rápida referência para a chegada a casa, a Figueiró, pelas 7h40, conforme se pode confirmar num vídeo deplorável feito pelo Francisco, à volta da lareira.


O acordar na manhã de sábado foi pacífico e sem grandes perturbações fisiológicas. Depois de, em frente à lareira, reflectir sobre a noite anterior e gizar o plano para o dia tomo-se o pequeno-almoço/almoço/lanche constituido maioritariamente por hidratos de carbono e leite achocolatado da Agros. O resto da tarde foi ocupado com compras de mantimentos para a noite e umas voltas por terras beirãs, à procura de cafés com o nome "Café Central" (procura infrutífera, muito por falta de empenho).



De volta a Figueiró e a casa, pelo fim da tarde, não tardaram a começar a chegar convivas e pouco tempo depois já estava completa a lista de presenças com a cheegada dos elementos em falta: Pacheco e Pacheca, usiomumy, Pardal e Pardaleca, Agripino e Cat e Humberto e Tocas (sem nenhuma ordem especial). Prepararam-se as brasas da lareira e começou-se o jantar que, muito graças à velocidade de 4 tiras de entremeada de cada vez, se estendeu por algumas horas. Horas que não foram desperdiçadas, como já é habitual, havendo lugar a muito, bom e são convívio... com muitas histórias, fotos (muitas de linguas), gargalhadas e vinho, tinto ou branco.

No fim, como não podia deixar de ser, cantou-se os parabéns ao blog, com vela da Minnie e aquelas coisas que fazem "faiscazinhas" e tudo... Não havia era bolo e portanto teve de se improvisar, como se pode ver na foto seguinte.


No fim de jantar, mais um salto até ao "Retiro do Pinóia" para cafézada e mais umas "mines", tendo aproveitado alguns para matar saudades daquela máquina electronica podre de flipers e outros para conversar (sobretudo sobre dentes). O regresso à casa para a continuação das festividades foi marcado pelo abandono do Francisco e do Agripino para "irem ali a casa de um amigo buscar jeropiga". Em abono da verdade, diga-se que não foi um abandono sorrateiro e convidaram os demais, no entanto, esta missão teve complicações de ordem técnica e táctica pelo que voltaram apenas algumas horas depois... ambos com um sorriso estampado em suas bebadas caras. Mas trouxeram a jeropiga! E vinho do Porto! (eu nao gosto de vinho do Porto, não sei se já vos tinha dito...)

E assim continuou o resto da noite: ambiente fraterno aquecido a radiadores a gás e liquidos vários. Sono algo perturbado, entre ressonares, vozes da lareira e indisposições... mas nada que não seja habitual.


Sobre o Domingo, nada a salientar. Acordar sereno e arrancar rumo a Lorvão, para onde tinha sido convidado para almoçar. Almoço esse que estava excelente e no qual, infelizmente, não participaram muito activamente dois jovens que quase se limitaram a sentar e comer, com ar algo apático.

Última paralvra para a organização - Francisco: impecável.

Fim de ano segundo Agripino, Capitulo II

12:30:

Acordo com a sensação de que me está a faltar algo, não é algo que tenha perdido ou que me faça falta mas era algo esperado dado a paródia da véspera e que para meu espanto eu não padeço, como já devem ter adivinhado trata-se da ressaca.
De facto apesar dos abusos da noite anterior hoje o dia (entenda-se por dia as 24h seguintes) promete. Após uma breve ronda pelo hotel, fico a saber que a maioria da malta acordou impecabél, posto isto é hora de tomar o pequeno almoço/almoço/lanche e depois de muita ponderação chegamos á conclusão de que o melhor é mesmo ir directo ao Burger King e enfardar fast food e uma litrada de cola, que está provado é a melhor forma de forrar o estômago depois de uma noite animada.
Lá fomos almoçar, o Je, Cat, Trolha, Otero, e o Brincalhão. Depois de um almoço á base de Triple whoppers é chegada a hora da visita cultural á cidade, visita essa que só foi possível graças a um guia impecabelmente feito pela “nativa” Ju, bem… impecabél impecabél não porque para grande desgosto nosso não conseguimos encontrar um bar de litradas que estava no roteiro o que só se pode atribuir ao guia e não ao exemplares turistas que até gps tinham mas nem assim demos com as litradas.

Primeira paragem, o astronauta e o monstro dos gelados em cone na fachada de uma catedral… onde também avistamos várias avestruzes que para quem não sabe é um animal que tem por habito fazer o ninho em catedrais (pronto tomem lá mais uma trivialidade gratuita). Próximo ponto na viagem, o Museu Art Nouveau e Art Déco, seguido da Ponte romana, e como a nossa agenda era apertada decidimos passar para um dos ex libris de Salamanca( e penso que também da Palermice) a Ranita. O leitor mais distraído com estas coisas da cultura poderá não saber o que é mas eu explico, a ranita é uma rã que está numa fachada de um edifício… pronto é só isto. Depois de muito procurar e não encontrar decidimos que era melhor ir por um atalho, fomos ás lojas de souvenirs e vimos nos postais o que era a ranita e onde se encontrava( algo tipicamente Portuga o, desenrasque) e finalmente lá encontramos o bicho bem escondido na tal fachada tirou-se umas fotos e seguimos viagem. Gostaria de revelar aqui um segredo bem guardado até este momento que é o método de engate para estrangeiras “a la Trolha”, que basicamente consiste em ir na rua e dirigir os seguintes sons (sim porque nem se podem considerar palavras) ás transeuntes, “oi oi oi oi oi …” um momento único e de rara beleza.

Depois disto encontramos o segundo grupo excursionista que também tinha feito o seu passeio cultural e lá fomos até um café para repor as energias e começar a planear a noite.
De volta ao Hotel a malta dividiu-se pelos quartos e recuperou as forças cof cof dormiu cof cof com tempo ainda para cantar novamente os parabéns á Tocas.

E eis que é chegada a hora do jantar e lá se seguiu até ao Restaurante para o início das hostilidades, uma vez lá chegados somos levados para uma cave tipo adega o que de imediato agrada a toda a gente.
Estava o jantar a decorrer normalmente quando por algum motivo estranho o Beto decide mexer-se e vira praticamente todos os copos da mesa conseguindo regar-se de vinho tinto a ele e a mais uns quantos. Lá se comeu as entradas e essas cenas, mais umas gambolas e…. Eis que chega o actor principal do jantar +/- meia vaca num prato para cada um!!!
Depois do choque inicial o jantar prosseguiu ao ritmo esperado para a noite e lá se deu cabo da vaca de umas garrafas de tinto e de whisky para digestivo e com isto chegamos praticamente á meia noite espanhola momento esse em que somos brindados com algo totalmente adulterado, passo a explicar, para cumprir a tradição de comer as 12 uvas na passagem de ano os espanhóis arranjaram forma de descascar as uvas, tirar as grainhas e ainda pô-las numa lata de conserva tipo aquelas do caju… Lamentável!!! O que é feito do velho cacho de uvas e a malta ter que contar e a meio já nem saber quantas comeu!

E finalmente era chegada a hora de ir até a Plaza maior para a celebração da “nossa” passagem de ano, munidos de garrafas com todo o tipo de bebidas espirituosas lá nos dirigimos até á Plaza maior onde festejamos á grande e à Portuguesa (pois Salamanca por estes dias é só Tugas).

Devo avisar o Leitor que por esta altura o texto pode ficar confuso e o registo temporal pode não ser o mais exacto isto devido á minha “emoção” com estas coisas de passagens de ano.

Feita a festa na Plaza era hora de não complicar e ir directamente para a ramboia mais exigente… o Harley, aqui como se pode prever a coisa descambou mesmo ouvi(contou-me o Firestarter bastante eufórico) até rumores de cenas lésbicas… bem isso agora não interessa pois a maioria estava tão compenetrada na dança e no copo que nem reparou em mais nada. O Trolha dançou tanto que parecia que tinha andado á chuva tal era a transpiração e com o entusiasmo todo conseguiu perder um casaco, felizmente que o Leitão lhe arranjou outro na hora. A dança era de tal forma exigente que o nosso presidente torceu um pé e teve que se ausentar mais cedo para seu grande desgosto, felizmente que passado um bocado ouve um grupo de malta amiga que decidiu ir ao Hotel para ajudar, o Zeca era sem duvida o mais preocupado com o pé do presidente pois insistia em perguntar “é este que te dói!?” enquanto massajava o pé ao paciente que com a emoção só gritava “pára… porra”.

Depois desta visita era hora de voltar ás hostilidades, lá fomos de novo para o Harley mas deparamo-nos com muitas ausências na comitiva, restavam os mais duros. Como o Harley já estava a ficar vazio decidimos num acto de coragem (quem conhece o sitio compreende) ir continuar a festa para um bar em frente ao Harley, este bar faz lembrar os tempos áureos do clube de rugby mas talvez com um ar ainda mais degradante e com mais abelhas maias! Em seguida………. e entretanto ainda fomos ao……………. Mais mas cañas………… chegada ao Hotel por volta das 7:30 uma boa hora para descansar.

No dia seguinte foi arrancar para Coimbra, comer de novo no mesmo restaurante da ida mas desta vez sem o vinho em contrapartida apareceu a malta dos morangos com açúcar que deve ter visto os nossos carros e pararam logo. Pois onde estão os nossos carros é sinal de boa comida e bebida. …………. Chegada a casa para o descanso merecido.

As fotos possiveis

P.S. Era impossível escrever sobre todos os momentos desta odisseia, primeiro porque não me lembro, segundo porque ficaria um post mais longo ainda e terceiro porque só posso contar as coisas que vi.

Por isso vou lançar aqui um réptil, quem se lembrar de bons momentos que os escreva nos comments, pois agora os comments ficam para a posteridade.

O Relator possível Agripino

Fim de Ano segundo Agripino - Capitulo I

Depois de muitas horas perdidas na organização do último evento do ano (cerca de 1h34m) eis q chega o tão esperado dia 30 de Dezembro de 2006.

O grupo excursionista começa a reunir-se na famosa estação de serviço do IP3 na Aguieira por volta das 11h o que parecia uma boa hora mas segundo o Trolha já era tardíssimo pois ele teria que confirmar o jantar para o fim de ano(ver mais tarde a hora a que foi confirmado o jantar). Posto isto foi sempre a andar até Ciudad Rodrigo onde parámos para o almoço, foi um almoço impecável acompanhado por carne em abundância um vinho recomendado pelo dono (por sinal Português) que era uma boa m”$% e pelos momentos mais idiotas (e um bocado palermas) que se possa imaginar do género:

“ A ventosa que está!” dizia um palerma referindo-se a uma ventosa que segurava um gps no vidro da frente

Ou então:

“Hoje comeste elásticos? É que estás a esticar-te”, no comments.

Mesmo com mau vinho este almoço foi um prenúncio do que estava para vir nos próximos dias, imagino como teria sido se o vinho fosse bom.
Depois deste repasto, seguimos para Salamanca onde a custo(e depois de alguns sentidos proibidos) lá demos com o Hotel e descarregamos a tralha nos quartos.

E agora? perguntavam alguns elementos do grupo, ficou decidido que iríamos dar uma volta comer umas tapas e degustar umas cañas. Enquanto um grupo de dirigia para os locais das tapas um segundo grupo foi directo ao restaurante para confirmar o jantar, apenas para dar de caras com um aviso que indicava que o Restaurante só abria ás 19.30 e eram apenas umas 16h.

Esta ideia das tapas e das cañas como era de prever rapidamente foi adulterada para uma tradição tipicamente Coimbrã o Pedi-tascas, que consiste em correr as tascas todas das redondezas a comer e a beber(talvez a beber mais do que a comer), digamos que desta forma o grupo excursionista ficou a conhecer uma boa parte das Tascas locais. Há apenas um senão neste Pedi-Tapas, um local com excelente aspecto por sinal mas que servia uma bebida absolutamente intragável a Cidra de maçã, o cheiro é absolutamente indescritível e nem a forma como era servida(através de um elaborado sistema em que a bebida caía de uns 2m de altura) ajudava. No entanto com grande espírito de missão a malta lá foi bebendo tudo.
Este Pedi-tapas terminou no restaurante onde teríamos que confirmar o jantar, já com uma grande parte do grupo a revelar um estado de espírito etilicamente bem disposto. Eis que finalmente surge a hora de reunir com o dono do restaurante(um autentico mafioso de rabo de cavalo) para confirmar o jantar e escolher o menu. Claro que depois de tanta cerveja não poderia sair nada de bom, de um menu que deveria custar entre 30 e 60 euros foi escolhido o de 65!!!

Mas nada que afectasse a boa disposição e lá seguimos para mais umas cañas, entretanto era altura de nos encontrarmos com o Firestarter e amigas, como grande conhecedor do burgo trouxe finalmente alguma orientação na escolha dos locais nocturnos pois até aqui a escolha dos locais tinha sido basicamente… aleatória. Lá continuamos a peregrinação até nos encontrarmos com mais um grupo de malta amiga, a malta que estava com o Mercilon num bar que penso chamar-se Café-Teatro, rapidamente tomamos conta de uma boa parte do bar, lá se foi pondo a conversa em dia dentro do possível pois a lucidez já não era a melhor.

De um lado bebiam-se garrafas de Gin enquanto para os lados do balcão se ouvia insistentemente “cañas, cañas, cañas, cañas,…”

Este comportamento foi apenas foi interrompido para dar lugar a uma celebração o aniversário da Tocas que fazia anos no dia 31(parabéns piquena).

De seguida foi o teste final á resistência e lá seguimos caminho quais peregrinos na sua jornada, o destino o Harley, onde sempre em bom ritmo se continuou a folia e se tomou o gosto ao que estaria para vir no dia seguinte.

Passada esta fase de convívio com os nativos parte do grupo dirigiu-se para uma espécie de roulotte de cachorros mas sem a parte da roullote, aqui a malta começou a acusar o cansaço e o facto das hostilidades terem começado cedo. Uma menção honrosa para o Big milk, que quando toda a gente estava a abrandar o ritmo, passa o Big Milk por nós parecia que ia de mota, tal era o ritmo imposto pela última garrafa de gin!

Depois disto ainda houve uns resistentes que prosseguiram a noite (mas por pouco tempo segundo consta) mas a maioria recolheu ao Hotel com a sensação de um excelente embora cansativo 1º dia em Salamanca.

Antes de estender o menino nas palhinhas

Há coisas que se repetem todos os anos. Os aniversários são uma delas. No entanto algumas datas têm um je ne sais quoi que os rodeia e os envolve num clima quase místico. O 23 de Dezembro é uma dessas datas, para A Irmandade - o aniversário do usiodady.

Este ano havia ainda mais um ponto de interesse: o regresso das festividades à antiga "Castro Vesense"! (recordo que o ano passado as festas tinham sido transferidas para sul)
"Epá, a seguir ao almoço, para um cafezinho." - Foi assim que fui informado de qual seria a altura ideal para me apresentar no local. E assim fiz.

Chegado a Moure de Madalena, fui recebido, com o calor costumeiro, pela família Pacheco (havia já no local um intruso não-Pacheco, o Becas) e logo conduzido para um café no €uro Viseu, café de referência (a sério, com o símbolo € e tudo!).

Algum tempo depois já estavamos de regresso a casa e, tímidamente, começamos a provar ("acertar" as simetrias das travessas!) um croquete aqui ou um rissol ali... e um vinhito por aí, entre ínumeras estórias de parte a parte, a denegrir os ausentes.

Os minutos passavam a uma velocidade vertiginosa e rapidamente chegou o patriarca Pacheco com "o bicho" - leitão - que nos alimentaria. E não havia grande tempo para esperas, a temperatura do dito descia depressa. No entanto ainda não havia chegado mais ninguém! Algumas tentativas de contacto mais tarde lá conseguimos descobrir que estavam... a sair de Coimbra! Isto deu o mote imediato para começar a atacar o bicho, já que nunca seria viável esperar pela chegada desses retardatários. Escusado será dizer que estava tudo óptimo. (Após novo telefonema para "a malta de Coimbra" fomos informados de que estavam... a sair de Coimbra!)

Tarde e a más horas, lá chegaram os elementos em falta: Tocas, Humberto, Big Milk e Trolha. Houve muito convívio, comer e beber (já vos disse que não gosto de vinho do Porto?), até perto da meia-noite, hora de dar os parabéns à irmã do usiodady (há lá pais com mais juizo do que estes que fizeram os aniversários dos filhos sobrepor-se com o Natal?).

Como de costume, arrancou-se em direcção "à cidade" (desta feita não para a zona da Sé mas antes para a zona do Politécnico), mais propriamente a um bar com o sugestivo nome (ou nick?) de Litradas. E o que é que se faz no litradas? Bebem-se litradas (ou minis). Começou tudo bem, vodka limão - normal. Mas a certo ponto as bebidas começaram a acabar e o Big Milk apareceu com um Gin-7Up, se não estou em erro - muito mau. Mas estava tudo animado... and nothing else matters. Recordo ainda com saudade a pequena porção de muco nasal que o Trolha depositou num dos nossos copos, optando também por dar um pouco à desprotegida cabeça do BigMilk e, segundo relatos recentes, caindo de seguida para trás.
Durante a estadia no Litradas ou no fim, perdemos vários convivas: usiomumy, tocas, raquel, nuno, morgated e humberto. Ficando deste modo definida a equipa de assalto final: m, becas, trolha, usiodady, bigmilk e eu.

O destinio inicialmente previsto era o usual, ou seja, NB. Mas, infelizmente, o aniversariante avistou pela janela do taxi um cartaz e esse cartaz dizia: "Dia 23 de Dezembro - Snow Party - The Day After". Decidiu assim alterar o nosso destino e disse ao senhor taxista: "Olhe, afinal é para o Day After" (senhor taxista que mais tarde se despediu de nós com um misterioso "Boa sorte!").

Quase que os deuses se puseram do nosso lado, já que foi por muito pouco que, graças ao trolha, não nos barraram a entrada (tudo só por já ir de braços e pernas abertas pronto para ser revistado desde uns bons 10 metros da entrada e a dizer qualquer coisa que não me recordo...). Mas não, afinal mereciamos o castigo e lá nos deixaram entrar. Após uma rápida inspecção às duas pistas abertas, decidimos ir beber um kalashnikov - era assim que aquilo estava. Umas 60 pessoas (algumas eram pessoas, de certeza!) espalhadas por duas pistas. Só para amostra vou-vos falar um pouco do gang do terço: o gang do terço eram prai uns 5 moços, vestidos à futebolista beiras-underground de última geração, que tinham um adereço em comum à volta do pescoço, que era um daqueles terços que brilham no escuro!!

Mas estavamos a festejar... e a festejar continuámos. Sei que houve algumas quedas na neve (a neve era sabão em espuma que caía numa pequena área de uma das pistas) mas já não me recordo bem dos protagonistas. *coff*bigmilk*coff*trolha*coff*becas*coff*
Quando já só funcionava uma das pistas e lá estavam umas 20 pessoas, entre elas uns palermas a espetar "neve" na cabeça uns dos outros, decidiu-se que era hora de ir para casa.

Em casa do Humberto, transformada em poiso oficial deste evento, havia um caldo de cebola à espera, vindo directamente de casa do usiodady num tupperware! E que bem que soube. Sobre a mistura caldo de cebola / parmesão, queiram endereçar as vossas perguntas ao BigMilk.

E pronto, assim chega ao fim este conto de Natal. No dia seguinte fui mais uma vez um penetra no almoço em casa do usiodady e segui viagem para o Caramulo.
Impec!

Boas entradas para todos!!

Os Pop Stars

YO malta!!!

Raramente tenho tempo para escrever no blog, como gostaria, ou como antigamente... mas a última reunião, em casa duns gajos quaisquer revelou algumas estrelas da música, cujo registo fotográfico tenho de partilhar! :D





A música estava directamente relacionada com um nervo qualquer facial, especialmente da boca, o que dificultava claramente as performances. Mesmo assim temos guitarristas de peso entre nós!



Estes foram apenas alguns que lá estiveram :)

Depois desta festarola, que incluiu a comemoração do El Trolha (que rico leitão!! diga-se de passagem), existiram outras animações mas com um carácter mais brutal e num ringue conhecido por Estádio Universitário, onde se desenrolava a Latada 2006. Os dois pugilístas em campo eram o nosso Mercilon e um outro Gajo Qualquer. O despique estava a ser equilibrado mas Gajo Qualquer arrumou o assunto numa potente cabeçada virada às fontes de Mercilon, deixando-o de olho à banda. O que ainda nos valeu foi o nosso Presidente ter irmãs e desta forma estar em perfeita harmonia com o sentimento de Gajo Qualquer (se é que ele tinha algum tipo de sentimento a não ser ter de espetar uns cascudos, em alguém, naquela noite)...

O importante é que as caipirinhas estavam boas... e que gelo não faltou para baixar o inchaço do Mercilon! Podia ter sido pior.

Abraços pa malta!!

PDL 2006 - Compêndio

Há eventos que são esperados com ansiedade, outros, com muita ansiedade e depois há as Feiras Novas, em Ponte de Lima.

Literalmente, semanas de preparações, de confirmações, desmarcações, reservas, remarcações, conversações e preocupações (escusam de ir contar, são 6 "-ões"), para ter tudo organizado e pronto para esse dia:

Dia 15 de Setembro de 2006

Esperava-se que viesse a ser uma noite em jeito de aquecimento melhorado, já que apenas no dia seguinte estaria toda a gente presente. Tal não aconteceu e em vez de um "aquecimento melhorado" tivemos uma grandiosa "noite 1".

O arranque deu-se de vários pontos do país. De terras do Moliceiro (essa, a das noites loucas!) saimos cinco elementos (alguns de passagem, já vindos da Lusa Atenas): Powergirl-M, Cat, Agripino, Trolha e eu.

Algum atraso - culpa do Trolha - preocupou por causa da marcação do jantar, no entanto tudo se resolveu graças à Powergirl-Va, que chegou mais cedo e tratou de marcar a mesa - vinte e poucas almas tinham a sua refeição garantida. Onde? Obviamente, no sitío de sempre... o degradante e pior-que-o-ano-passado Estrela do Lima, mesmo por baixo da residencial de luxo.
Já com a trupe toda reunida iniciaram-se os festejos e o repasto. Resumidamente, para além dos já referidos, estavam ainda: Pacheco e Fau, zeca animal e sua trupe (L, IL e P), Powergirls C e B, Jó e sus muchachas e ainda três amigas assistentes sociais (também repetentes nestas lides).

Choviam cântaros de vinho verde na nossa mesa. Verde branco, verde tinto e se mais cores houvesse, suspeito que também lá iriam parar... Houve alguma cantoria a despique mas a oposição era fraca em número e em qualidade e rapidamente se remeteram à sua insignificância... o que foi uma pena, já que, por falta de estímulo, a cantoria depressa fez uma curva apertada (algo esperada) e foi parar ao clássico e repetitivo "E se o/a ________ quer ser cá da malta..."

Já foi perto da uma da matina que chegamos ao centro da vila, não sem antes passar pela barraquinha da Cláudia com o intuito de repetir uma preformance de "Como o macaco gosta de banana eu gosto de ti" como o ano passado. A Cláudia não estava... só marmanjos, vai daí entram em acção as Powergirls para sacar uma Shakira, Shakira do sistema de som e dar uma boa rebolada (rebolada!).

Na vila, tudo parecia no sítio, a tasca das "putinhas" e das "fodinhas" (estou a falar de gastronomia!), as orquestras nos coretos a tocar Queen e que tais... No entanto não tardou muito até à primeira desilusão nos atingir com violência: "Opá! Não há musica na rua! O Presidente da Câmara proibiu!". E era mesmo verdade, música só dentro dos bares, a das orquestras e a do DJ marado no mercado do gado... Felizmente, a animação era grande e a moral não caiu. Passado algum tempo já ninguém se lembrava ou notava que não havia música.

Assim seguiu a noite, tranquila e agradável, não me lembro de nenhum ponto alto em particular mas o nível esteve sempre "lá em cima".

Dia 15 de Setembro de 2006 - Tarde


O acordar foi calmo, apesar de haver quem achasse que era cedo demais *cofftrolhacoff*. Uns comiam um belo bife e outros davam-lhe no iogurte do Lidl quando recebo o telefonema do Francisco: "Tou mesmo a chegar a Ponte de Lima. Onde é isso?". Várias outras chamadas e uma meia-hora depois lá chegou juntando-se ao resto do grupo, que já estava preparadíssimo para o ataque diurno à vila (a mais antiga de Portugal - tomem lá cultura). Com ele viajaram: usiomumy, Becas e C.

Lá nos lançámos à vila (a mais antiga de Portugal) e fomos direitos, de novo, à tasca das "putinhas" e das "fodinhas". Pestiscos, finos e uma "putinha" de vinho verde tinto para os mais corajosos ("...sabe a erva!"). Seguiu-se um breve passeio até à outra margem do rio, pela ponte velha. Os finos continuavam a cair com bom ritmo, consequência de uma tarde bem soalheira.

Ao voltar para o centro da vila (a mais antiga de Portugal) deparámo-nos com um problema: o cortejo já tinha começado e a travessia para a praça central parecia impossível, tal era a densidade de velhas em cadeirinhas à beira da estrada. Depois de mais um fino para reflectir sobre a melhor táctica para abordar a travessia, o Francisco lá topou uma brecha, que prontamente aproveitámos. Fomos dar a um sítio sem saída e tivemos de voltar para a estrada e andar um pouco com o cortejo até, finalmente, completarmos a nossa missão.

Em breve acabou o cortejo e rumamos até "aos cavalos e o passo travado", por recomendação do Agripino e do Francisco. Um breve pit stop pelo caminho para um bagaço-mel e eis-nos chegados à arena (ali perto um tipo montado num camião vendia 5 guarda-chuvas, "não por 10, não por 9, não por 8, não por 7, não por 6... mas por 5 euros! Dá um euro por guarda-chuva minha senhora!"). Infelizmente a cena dos cavalos já tinha acabado e apenas apanhámos a entrega de prémios - onde aplaudimos efusivamente o segundo classificado (penso que numa lógica de chatear o vencedor) dos garranos!

Foi uma agradável surpresa, chegar ao nosso resort e dar de caras com os recém-chegados Humberto e Tocas. Rapidamente evoluimos para o modo vinho-verde-na-"esplanada", modo em que nos mantivemos até à hora de jantar. De referir ainda a ultima chegada ao resort: Petaculo e B.

Dia 15 de Setembro de 2006 - Noite


Quando nos sentamos à mesa, começou oficialmente a "noite 2". Noutra mesa, mesmo ao lado, estava já um grupo que levava algum avanço em termos de entrosamento. Grupo esse que, descobrimos mais tarde, tinha estado no mesmo sítio o ano passado também conosco, tendo travado então um combate vocal épico, naturalmente ganho por nós. Este ano, infelizmente, a história foi outra.

Suspeito que houve durante este ano, treinos intensos por parte dessa malta (da Católica, que passamos aqui a chamar de católicos), únicamente com o propósito de vingarem a pesada derrota. Infelizmente conseguiram. Fomos derrotados... mas não sem dar luta. Grande destaque nesta luta, em posição de liderança, para o Petaculo e para B., este último como criativo. O trunfo, "Maria da Fonte", não saiu em condições (nota negativa para o Trolha que parou a meio), algo repetitivos no "gay gay catolica", pontos altos em "A Sheila é nossa, venham mais duas", no "Spiderman" (quando andei gloriosamente com os pés no tecto) e nas Capuchinhas das PowerGirls (com as suas hostes engrossadas pela Powergirl-Ve). Não foi mau... mas eles foram melhores.

O resto da noite, na vila (a mais antiga de Portugal), teve como grande destaque, pela negativa, a "queda" do Francisco, que aterrou e bateu uma soneca numa cadeira de esplanada, encostado a uma parede... Certamente que este fenómeno se terá devido a condições adversas e fora do normal que serão explanadas, sem margem para dúvidas, na caixa de comentários.

Tinhamos entrevista marcada à 1h numa rádio local, para reclamar com o facto de não haver vaca das cordas e atirar de bilhas no cortejo e com a falta de música na rua... mas já ninguém se lembrou.

Também um sublinhado para a sempre agradável presença da asterisco (em ambas as noites), que, com inteira justiça, reclamava o prémio que lhe era devido. Eu paguei 1/5 da minha parte, e tu?!

À medida que os ponteiros avançavam, o grupo ia ficando mais e mais reduzido. Os últimos a chegar ao resort foram Pétáculo e B., sendo os penúltimos o Pacheco, a Fau, o Julião e eu. Infelizmente, tão cedo não conseguirei apagar a imagem do Humberto a aparecer na porta do resort de cuecas para nos abrir a porta... mas pelo menos acordou ao primeiro telefonema. Outro (*coffusiodadycoff*) não pode dizer o mesmo... ainda por cima, outro que trancou a porta do quarto! Só depois de bater na porta com alguma violência é que tivemos entrada no quarto... No timing certo, visto que logo depois de entrarmos aparece o estalajadeiro de ceroulas... que assim apenas encontrou um desgraçado de outro quarto que estava na mesma situação.

Dia 16 de Setembro de 2006 - Partida

O cansaço era rei e o descanço estava longe.
Depois de uma curta passagem pelo resort das Powergirls (excelentes condições!) chegou a hora de atacar a estrada. Foi dura a viagem mas lá se chegou a bom porto... sofá, doce sofá.

Para o ano quem organiza? :P
Abraços

Reunião da Direcção

Realizou-se, no passado fim de semana, a mais recente reunião da direcção d´A Irmandade.

Depois de cumprir com os habituais compromissos sociais, cocktails e afins, abriu-se a agenda com a habitual troca de impressões acerca do estado da nação... infelizmente não foi possível abordar todas as temáticas pretendidas, devido ao apoio humanitário que nos vimos forçados a prestar a membros da comunidade local. Aparentemente uma vaga de calor assolou a região, provocando desmaios e desidratação extrema em donzelas mais sensíveis; nada que fizesse recuar o nosso espírito fraterno e dedicação aos mais carenciados...

Reposta a normalidade, avançámos para o 2.º dia de trabalhos, cansados, mas cheios de motivação para recuperar rápidamente do revés sofrido na 1.ª noite.

Bela jantarada e bons resultados finais, como aliás tem sido apanágio desta direcção; faltou o KGB, mas tínhamos o CID!

Fim de semana do camandro!
Próxima reunião na 1.ª semana de Setembro, também em Cascais, para ultimar o PDL 2006 (até soa a orçamento de estado...), desta vez com sessão aberta a todos os membros e guests com disponibilidade e tenda de campismo...

Abraços