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Andamos todos a dormir???

Relatos de bebedeiras e convívios, festejos diversos, Natais e Passagens de Ano... ainda vá, que a idade é um posto e a perguiça instala-se.



Agora deixar passar o aniversário de um Membro em claro é que já me parece ser irresponsável.



Parabéns Pacheco e aqui me penitencio, pois se isto é uma cambada de bastardos, neles me incluo. Um grade abraço e venha daí mais um para a nossa crescente Irmandade.



Para os bastardos, um Feliz Natal e boas entradas, que a gente encontra-se um dia destes em que o Julião volte de África para uma Jantarada ou até, se ele perder a cabeça, um porquito assado...



É verdade, e parabéns ao nosso blog... que está quase a fazer 4 anos...

Fim de ano segundo Agripino, Capitulo II

12:30:

Acordo com a sensação de que me está a faltar algo, não é algo que tenha perdido ou que me faça falta mas era algo esperado dado a paródia da véspera e que para meu espanto eu não padeço, como já devem ter adivinhado trata-se da ressaca.
De facto apesar dos abusos da noite anterior hoje o dia (entenda-se por dia as 24h seguintes) promete. Após uma breve ronda pelo hotel, fico a saber que a maioria da malta acordou impecabél, posto isto é hora de tomar o pequeno almoço/almoço/lanche e depois de muita ponderação chegamos á conclusão de que o melhor é mesmo ir directo ao Burger King e enfardar fast food e uma litrada de cola, que está provado é a melhor forma de forrar o estômago depois de uma noite animada.
Lá fomos almoçar, o Je, Cat, Trolha, Otero, e o Brincalhão. Depois de um almoço á base de Triple whoppers é chegada a hora da visita cultural á cidade, visita essa que só foi possível graças a um guia impecabelmente feito pela “nativa” Ju, bem… impecabél impecabél não porque para grande desgosto nosso não conseguimos encontrar um bar de litradas que estava no roteiro o que só se pode atribuir ao guia e não ao exemplares turistas que até gps tinham mas nem assim demos com as litradas.

Primeira paragem, o astronauta e o monstro dos gelados em cone na fachada de uma catedral… onde também avistamos várias avestruzes que para quem não sabe é um animal que tem por habito fazer o ninho em catedrais (pronto tomem lá mais uma trivialidade gratuita). Próximo ponto na viagem, o Museu Art Nouveau e Art Déco, seguido da Ponte romana, e como a nossa agenda era apertada decidimos passar para um dos ex libris de Salamanca( e penso que também da Palermice) a Ranita. O leitor mais distraído com estas coisas da cultura poderá não saber o que é mas eu explico, a ranita é uma rã que está numa fachada de um edifício… pronto é só isto. Depois de muito procurar e não encontrar decidimos que era melhor ir por um atalho, fomos ás lojas de souvenirs e vimos nos postais o que era a ranita e onde se encontrava( algo tipicamente Portuga o, desenrasque) e finalmente lá encontramos o bicho bem escondido na tal fachada tirou-se umas fotos e seguimos viagem. Gostaria de revelar aqui um segredo bem guardado até este momento que é o método de engate para estrangeiras “a la Trolha”, que basicamente consiste em ir na rua e dirigir os seguintes sons (sim porque nem se podem considerar palavras) ás transeuntes, “oi oi oi oi oi …” um momento único e de rara beleza.

Depois disto encontramos o segundo grupo excursionista que também tinha feito o seu passeio cultural e lá fomos até um café para repor as energias e começar a planear a noite.
De volta ao Hotel a malta dividiu-se pelos quartos e recuperou as forças cof cof dormiu cof cof com tempo ainda para cantar novamente os parabéns á Tocas.

E eis que é chegada a hora do jantar e lá se seguiu até ao Restaurante para o início das hostilidades, uma vez lá chegados somos levados para uma cave tipo adega o que de imediato agrada a toda a gente.
Estava o jantar a decorrer normalmente quando por algum motivo estranho o Beto decide mexer-se e vira praticamente todos os copos da mesa conseguindo regar-se de vinho tinto a ele e a mais uns quantos. Lá se comeu as entradas e essas cenas, mais umas gambolas e…. Eis que chega o actor principal do jantar +/- meia vaca num prato para cada um!!!
Depois do choque inicial o jantar prosseguiu ao ritmo esperado para a noite e lá se deu cabo da vaca de umas garrafas de tinto e de whisky para digestivo e com isto chegamos praticamente á meia noite espanhola momento esse em que somos brindados com algo totalmente adulterado, passo a explicar, para cumprir a tradição de comer as 12 uvas na passagem de ano os espanhóis arranjaram forma de descascar as uvas, tirar as grainhas e ainda pô-las numa lata de conserva tipo aquelas do caju… Lamentável!!! O que é feito do velho cacho de uvas e a malta ter que contar e a meio já nem saber quantas comeu!

E finalmente era chegada a hora de ir até a Plaza maior para a celebração da “nossa” passagem de ano, munidos de garrafas com todo o tipo de bebidas espirituosas lá nos dirigimos até á Plaza maior onde festejamos á grande e à Portuguesa (pois Salamanca por estes dias é só Tugas).

Devo avisar o Leitor que por esta altura o texto pode ficar confuso e o registo temporal pode não ser o mais exacto isto devido á minha “emoção” com estas coisas de passagens de ano.

Feita a festa na Plaza era hora de não complicar e ir directamente para a ramboia mais exigente… o Harley, aqui como se pode prever a coisa descambou mesmo ouvi(contou-me o Firestarter bastante eufórico) até rumores de cenas lésbicas… bem isso agora não interessa pois a maioria estava tão compenetrada na dança e no copo que nem reparou em mais nada. O Trolha dançou tanto que parecia que tinha andado á chuva tal era a transpiração e com o entusiasmo todo conseguiu perder um casaco, felizmente que o Leitão lhe arranjou outro na hora. A dança era de tal forma exigente que o nosso presidente torceu um pé e teve que se ausentar mais cedo para seu grande desgosto, felizmente que passado um bocado ouve um grupo de malta amiga que decidiu ir ao Hotel para ajudar, o Zeca era sem duvida o mais preocupado com o pé do presidente pois insistia em perguntar “é este que te dói!?” enquanto massajava o pé ao paciente que com a emoção só gritava “pára… porra”.

Depois desta visita era hora de voltar ás hostilidades, lá fomos de novo para o Harley mas deparamo-nos com muitas ausências na comitiva, restavam os mais duros. Como o Harley já estava a ficar vazio decidimos num acto de coragem (quem conhece o sitio compreende) ir continuar a festa para um bar em frente ao Harley, este bar faz lembrar os tempos áureos do clube de rugby mas talvez com um ar ainda mais degradante e com mais abelhas maias! Em seguida………. e entretanto ainda fomos ao……………. Mais mas cañas………… chegada ao Hotel por volta das 7:30 uma boa hora para descansar.

No dia seguinte foi arrancar para Coimbra, comer de novo no mesmo restaurante da ida mas desta vez sem o vinho em contrapartida apareceu a malta dos morangos com açúcar que deve ter visto os nossos carros e pararam logo. Pois onde estão os nossos carros é sinal de boa comida e bebida. …………. Chegada a casa para o descanso merecido.

As fotos possiveis

P.S. Era impossível escrever sobre todos os momentos desta odisseia, primeiro porque não me lembro, segundo porque ficaria um post mais longo ainda e terceiro porque só posso contar as coisas que vi.

Por isso vou lançar aqui um réptil, quem se lembrar de bons momentos que os escreva nos comments, pois agora os comments ficam para a posteridade.

O Relator possível Agripino

Fim de Ano segundo Agripino - Capitulo I

Depois de muitas horas perdidas na organização do último evento do ano (cerca de 1h34m) eis q chega o tão esperado dia 30 de Dezembro de 2006.

O grupo excursionista começa a reunir-se na famosa estação de serviço do IP3 na Aguieira por volta das 11h o que parecia uma boa hora mas segundo o Trolha já era tardíssimo pois ele teria que confirmar o jantar para o fim de ano(ver mais tarde a hora a que foi confirmado o jantar). Posto isto foi sempre a andar até Ciudad Rodrigo onde parámos para o almoço, foi um almoço impecável acompanhado por carne em abundância um vinho recomendado pelo dono (por sinal Português) que era uma boa m”$% e pelos momentos mais idiotas (e um bocado palermas) que se possa imaginar do género:

“ A ventosa que está!” dizia um palerma referindo-se a uma ventosa que segurava um gps no vidro da frente

Ou então:

“Hoje comeste elásticos? É que estás a esticar-te”, no comments.

Mesmo com mau vinho este almoço foi um prenúncio do que estava para vir nos próximos dias, imagino como teria sido se o vinho fosse bom.
Depois deste repasto, seguimos para Salamanca onde a custo(e depois de alguns sentidos proibidos) lá demos com o Hotel e descarregamos a tralha nos quartos.

E agora? perguntavam alguns elementos do grupo, ficou decidido que iríamos dar uma volta comer umas tapas e degustar umas cañas. Enquanto um grupo de dirigia para os locais das tapas um segundo grupo foi directo ao restaurante para confirmar o jantar, apenas para dar de caras com um aviso que indicava que o Restaurante só abria ás 19.30 e eram apenas umas 16h.

Esta ideia das tapas e das cañas como era de prever rapidamente foi adulterada para uma tradição tipicamente Coimbrã o Pedi-tascas, que consiste em correr as tascas todas das redondezas a comer e a beber(talvez a beber mais do que a comer), digamos que desta forma o grupo excursionista ficou a conhecer uma boa parte das Tascas locais. Há apenas um senão neste Pedi-Tapas, um local com excelente aspecto por sinal mas que servia uma bebida absolutamente intragável a Cidra de maçã, o cheiro é absolutamente indescritível e nem a forma como era servida(através de um elaborado sistema em que a bebida caía de uns 2m de altura) ajudava. No entanto com grande espírito de missão a malta lá foi bebendo tudo.
Este Pedi-tapas terminou no restaurante onde teríamos que confirmar o jantar, já com uma grande parte do grupo a revelar um estado de espírito etilicamente bem disposto. Eis que finalmente surge a hora de reunir com o dono do restaurante(um autentico mafioso de rabo de cavalo) para confirmar o jantar e escolher o menu. Claro que depois de tanta cerveja não poderia sair nada de bom, de um menu que deveria custar entre 30 e 60 euros foi escolhido o de 65!!!

Mas nada que afectasse a boa disposição e lá seguimos para mais umas cañas, entretanto era altura de nos encontrarmos com o Firestarter e amigas, como grande conhecedor do burgo trouxe finalmente alguma orientação na escolha dos locais nocturnos pois até aqui a escolha dos locais tinha sido basicamente… aleatória. Lá continuamos a peregrinação até nos encontrarmos com mais um grupo de malta amiga, a malta que estava com o Mercilon num bar que penso chamar-se Café-Teatro, rapidamente tomamos conta de uma boa parte do bar, lá se foi pondo a conversa em dia dentro do possível pois a lucidez já não era a melhor.

De um lado bebiam-se garrafas de Gin enquanto para os lados do balcão se ouvia insistentemente “cañas, cañas, cañas, cañas,…”

Este comportamento foi apenas foi interrompido para dar lugar a uma celebração o aniversário da Tocas que fazia anos no dia 31(parabéns piquena).

De seguida foi o teste final á resistência e lá seguimos caminho quais peregrinos na sua jornada, o destino o Harley, onde sempre em bom ritmo se continuou a folia e se tomou o gosto ao que estaria para vir no dia seguinte.

Passada esta fase de convívio com os nativos parte do grupo dirigiu-se para uma espécie de roulotte de cachorros mas sem a parte da roullote, aqui a malta começou a acusar o cansaço e o facto das hostilidades terem começado cedo. Uma menção honrosa para o Big milk, que quando toda a gente estava a abrandar o ritmo, passa o Big Milk por nós parecia que ia de mota, tal era o ritmo imposto pela última garrafa de gin!

Depois disto ainda houve uns resistentes que prosseguiram a noite (mas por pouco tempo segundo consta) mas a maioria recolheu ao Hotel com a sensação de um excelente embora cansativo 1º dia em Salamanca.

Saída em grande, com entrada ainda Mayor !





SALAMANCA ansiosa por mais uma invasão Lusa...






O BODE DO INFERNO E O BURRO SEM CABEÇA FORAM Á FOZ

Pois é, do imaginário fantástico do rebarbado eis que renascem os mui míticos Bode e Burro....... e vejam que eles foram á Foz do Aralho, para uma pequena festarola, que por acaso foi na passagem de ano.......................

No fim do pasto do meio dia eis que o Bode do Inferno, montando o seu alasão azul foge dos confins do inferno mais refundido e se dirige a quinta D. Jonh, para se encontrar com o seu companheiro de aventuras o Burro sem Cabeça..............

E eis que a meio da viagem recebem a bela noticia,....... para a noite iria existir um reforço de duas belas e jovens ninfas do Mondego, quem comunicou foi o D'Bairrada...... eis que se apurava uma bela noite, já que na Foz o casal constituido pelo pequeno Rouxinol Monhé e a sua Águia Vermelha, também aguardavam reforços da metropole....o caracoleta e partenaire, mais irmão

Eis-nos chegados á Foz..........Logo de seguida eis que chegam ao local de encontro as belas ninfas, seja dito que esse local não era nada mais do que a palhota chadeana do Rouxinol e da Águia.

Feitas as apresentações eis que umas das ninfas se revelou entupida, solução prontamente dada pela àguia, água amarela que arde pela goela abaixo, deixem-me que vos diga não desentupiu, mas a ninfa que estava ainda em jejum por penitencia libertou-se

Fim da tarde....., não faltava mais de 30min para o lusco-fusco já com todo o grupo reunido.......derigimo-nos a casa de pasto, onde o D'Bairrada afirmou ter muita arrumação para o repasto que se avizinhava........... e não é que era verdade.
Carnes vermelhas em fartura, água vermelha das pixeiras caia em copos rotos, notava-se uma certa facilidade na digestão de tais manjares especialmente pelo parte dos vossos herois e do D´Bairrada
Findo o repasto, eis que nos dirigimos para a beira mar, onde uma paisagem negra nos aguardava, ruas desertas, um vento gelado algumas pingas caiam do ceu enublado, enfim um cenario perfeito para personagens demoniacas.
Mas do nada eis que no horizonte surgia uma luz tenue de uma barraca, uma luz de tons bvermelhos eis que o bode achou.....ESTOU EM CASA, AQUI VOU SER FELIZ, o grupo la se pos em marcha, a barraca não era mais do que umas tabuas ao alto com uns barris da agua do inferno acastanhada e gaseificada conhecida pelos mortais como SURBIA, e ela jorrava goelas abaixo, esta-se mesmo a ver o burro como nao tem cabeça era tipo ligação directa.
Nas palhotas da mesma barraca,l mais um grupo tinha o mesmo comportamento, logo ali saiu cantoria desgarrada com belos solos, aos quais ja se habituaram por parte do bode........ assim se passou para o outro ano, não sem antes se darem as doze passas e as habituais marradinhas.

Acabou a surbia......ou melhor o taberneiro bigodeiro foi dormir, la se rumou então a Colina Verde, pois bem o Vibrações jornal do inferno nao preparou para o que iriamos encontrar, bisontes peludos na porta e um maralhal de belas ninfas no interior, destancando-se das demias as que dançavam no poleiro grande, transpiravam juventude, tratadissimas por anos de trabalho na fornalha do inferno.........aiiiiiiiiiiiiiiiiii a Colina Verde deixa saudades.

A revelação...........

Atendendo ao avançar da ampulheta, o grupo ia-se disperçando ate só os ultimos resistentes ficarem a pedantes, mas eis que a montadura creme chega, ou melhor a barca de Caronte que a troco de uma moeda nos conduziu, pelo caminho ainda apresentou uma prima que vagabundeava pelo crepusculo, mas chegando a cabano chadeana eis que o barqueiro indica uma palhota vizinha onde habitavam meretrizes, mesmo ao lado da cabana chadeana.....

THE END

P.S. O dia seguinte, sorte o burro nao ter cabeça porque na do bode milhoes de martelos trabalhavam afincadamente lembrando que ........ QUEM BEBE A NOITE, Á MARTELADO DURANTE O DIA.

P.S. 2 Estou certo que nao fui perfeito e muito mais haveria para dizer, mas acrescentem onde falhei.

Abraços Demoniacos

Fim de Ano

Sim! O titulo vai mesmo assim, sem ponta de imaginação, que é a forma escolhida por mim para apresentar o meu protesto por ter de ser eu a escrever este post!!

The night before
Aproveitando o aniversário da Tocas [ficando aqui registado um beijinho de parabéns, completamente fora do tempo, mas para a posteridade] ficou tudo combinado na reunião que teve lugar nos A.L. na noite de 30.

The journey begins
Como de costume, coisa passa-se no dia de 31 de Dezembro, o local escolhido foi, como já foi referido no post anterior, S. Pedro de Moel. Indo contra o combinado na noite anterior, o Julião resolveu levar carro (o já famoso carro do Ken) e, depois de me apanhar, lá fomos ter com a Tocas e o Humberto que, como tinha sido combinado, estavam com o carro para 4 pessoas. Sem barafustar (brilhantes no self-control) lá foram trocar de carro e partimos. É já com nostalgia que relembro a altura em que o Julião passou a entrada para a A1 e decidiu ir pela nacional até Pombal, momentos encarados com grande alegria e espírito de aventura!

The arrival
Chegados ao destino combinou-se um ajuntamento prévio no Bar da Praia, onde foi administrada, gratuitamente, uma palestra prática subordinada ao tema "Dardos - Como jogar bem e com classe", sendo o principal e único "orador"... eu. A lista de presenças (mesmo reduzindo áquelas pessoas com alguma relação com A Irmandade) é demasiado extensa e portanto não vou expôr. No entanto, se no desenvolvimento da prosa necessitar, não hesitarei em usar nomes (ou algo parecido).

Getting ready
Por esta altura o grupo andou algo disperso pela vila (?), uns aproveitaram para ir ao hotel, outros para passear, outros para beber uns finos, etc, até chegar a hora de jantar. Antes disso foi efectuada, com sucesso (para alegria de todos), uma pressão sobre um dos elementos desta congregação tendo por objectivo convencer o mesmo a retirar o lenço que trazia na cabeça (sim, lesteis bem...lenço na cabeça).

Dinner time and countdown
O pequeno atraso no inicio foi encarado apenas como uma oportunidade para conviver mais um pouco ao ar livre, a olhar para o mar e ouvir o barulho das ondas... e malhar um ou outro fino. Já sentados, reparei que a proporção vinho/comida(entradas) não era a correcta e lembro-me de pensar que era melhor vir a comida (comida a serio) depressa ou a coisa ia descambar... a coisa descambou. O jantar não chegava e o vinho continuava a encontrar o seu caminho até à mesa, o resultado era previsível: fotografias decadentes. Quando, finalmente, a comida chegou já havia pouco descernimento... Neste estado efusivo e semi-lamentável chegou a tão ansiada meia-noite, na mui apreciada companhia da TVI, José Castelo Branco, Frota e companhia... As passas, o champagne, o whisky (?) e os telemoveis tomaram de assalto o local. Abraços e beijos aos milhares, "bom ano, bom ano..."

Party time
Depois de mais convivio ao relento (estava frio?) e mais fotos da familia das anteriores dirigimo-nos de espirito alegre para o Bar da Praia onde nos deparamos com um ambiente algo decadente, realçamos o lesionar do pé da Marta (nome ficticio) pelo que perdemos a sua companhia e a do Pardal para o resto da noite. Confirmando que o ambiente estava decadente, foi decido proceder à discoteca que-antes-se-chamava-Caótica-e-agora-não-sei. Aqui decorreu o tradicional bailar (com entoação latino-americana) e consequente embaraçar do grupo pelo Julião. Tudo normal. [Pobre M.ª da C. (pode ser assim?) que muito teve de fugir e se esconder para poder ter alguma paz! Nestas alturas é que dava realmente jeito "ser como um peixe que se escapa entre as mãos"].
O regresso ao hotel, já com o sol a nascer, foi tranquilo... O mesmo não se podendo dizer da entrada no quarto...cantorias e insultos em pleno pulmão, após estar a bater à porta durante alguns minutos!

The day after & return
Normalmente quando chego a estas partes dos posts já não me apetece muito escrever mas desta vez não apetece mesmo nada!
Acordar, sede, fome, comer, mãos a tremer, despedidas, almoço, enjoo, sopa, carro do ken, voltar pra tras porque algum anormal não se lembrava que tinha um saco na mala, viagem, conduzir carro do ken, coimbra, dormir!

BOM ANO PARA TODOS!

Fim de Ano - Still to Come!

Não estranhem o título do post! Não falo do evento própriamente dito, mas sim de um post a relatar os acontecimentos.

Desta vez decidi que não seria eu a relatar o evento! De todo o corpo redactor deste blog, apenas não esteve presente um membro e um guest, nessa bela localidade que é S. Pedro de Moel. Portanto este post é apenas um repto, para que surja pelo menos um relato (vários seria bem melhor, de forma a termos diversos pontos de vista desse belo acontecimento).


Abraços e toca a escrever
*estala o chicote*