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Dr. Phill lança CD de originais em Portugal


Deixo-vos aqui uma recomendação musico-cultural directamente das bombas da repsol, que inclui o hit single dedicado ao Trolha, "mete a rolha zé".

Mulher engravida vendo filme pornô em 3D

Um casal branco americano teve um bebê negro e a mulher diz que engravidou assistindo a um filme pornô 3D. O pai da criança, o soldado Erick Jhonson, estava há um ano servindo numa base militar no Iraque e, quando voltou para casa encontrou um bebê negro. Sua mulher, Jennifer Stweart, de 38 anos, disse a ele que a criança foi concebida enquanto ela assistia a um filme pornô em três dimensões.

“Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3 D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível”, disse Erick, que registrou a criança.

Jennifer afirmou que foi a um cinema pornô com as amigas em Nova York. Ela conta que não costuma assistir a filmes pornôs e que só foi dessa vez para ver como ficavam os efeitos em 3D. A criança, segundo ela, se parece com o ator negro do filme. “Um mês depois de ver o filme eu comecei a sentir enjôos e o resultado está aí. Vou processar o cinema e os produtores. Ainda bem que meu marido acreditou em mim. Meu casamento podia estar em risco. Mas ele sabe que eu sou fiel”, disse.

Andamos todos a dormir???

Relatos de bebedeiras e convívios, festejos diversos, Natais e Passagens de Ano... ainda vá, que a idade é um posto e a perguiça instala-se.



Agora deixar passar o aniversário de um Membro em claro é que já me parece ser irresponsável.



Parabéns Pacheco e aqui me penitencio, pois se isto é uma cambada de bastardos, neles me incluo. Um grade abraço e venha daí mais um para a nossa crescente Irmandade.



Para os bastardos, um Feliz Natal e boas entradas, que a gente encontra-se um dia destes em que o Julião volte de África para uma Jantarada ou até, se ele perder a cabeça, um porquito assado...



É verdade, e parabéns ao nosso blog... que está quase a fazer 4 anos...

Há semanas daquelas…

Domingo, a seguir ao almoço, como habitual, lá vou eu apanhar o meu comboio para a capital. Viagem confortável, posso aproveitar o tempo da viagem, enfim algo que na minha visão da vida me dá algum conforto. Mas mal sabia eu que desta vez tudo seria diferente.

Ao chegar à estação, cinco minutinhos antes da hora de arranque, dou pela falta dos telemóveis. Desconforto imediato. Após conformação, sigo directo à linha com o computador no ombro a congeminar uma ideia para acordar de manhã, já que um dos telemóveis é também meu despertador. De repente, um flash na cabeça e saio desvairado a correr (para quem viu de fora podia ser descrito como um andar acelerado) para ver se ainda apanhava os meus pais. Com sorte, ainda estavam a manobrar. Bati no vidro, eles viram-me e pararam o carro. Abri a bagageira de onde tirei a minha mala. Reprovação imediata do pai e gargalhada da mãe que mal se aguentava com tanto riso.

Segui viagem. Continuando a pensar numa forma para acordar de manhã, programei o computador para esse efeito. Descansado da vida, chego a casa, ligo-me à Internet, falo através do VOIPBuster para casa (permite chamadas grátis para telefones fixos).

Segunda, acordo, trabalho, vou para casa, janto e essas coisas, ligo o computador para telefonar para casa e eis que a m… do computador se avaria. Pânico imediato. Restabelecido, penso como poderia recuperar os dados e, uma vez que se trata um computador empresarial achei mais conveniente deixar para os tipos do data center. Fico novamente com o problema do despertar. Felizmente, a televisão tem um despertador, mas para poder ouvi-la tinha de dormir no sofá. Menos mal, faço isso tanta fez…

Quarta, final do dia, comprinhas de mercearias, vou levantar uns dinheiritos e a máquina comeu-me o cartão!!! É certo que eu pus três vezes o código errado…

Como se não fosse suficiente, no domingo seguinte, após belo repasto com a família usio na minha casa, uma bela intoxicaçãozinha alimentar, da qual ainda padeço.

Há semanas daquelas!!!

Preocupante

Ok, isto começa a assumir contornos bastante preocupantes.

Estou a acabar de chegar aqui do café por baixo, onde fui lanchar. Assim que lá cheguei, sentei-me ao balcão e sou brindado com a seguinte frase pela empregada:

"Ontem esqueceu-se de beber o copo de leite!"


Ou seja, depois de pedir, e ser servido, um pão com fiambre e um copo de leite. Comi o pão, levantei-me e fui-me embora.

Isto já seria o suficiente para ficar assustado mas assim que chego à caixa para pagar levo com um sonoro e violento (para o meu estado apalermado) "Olhe que se esqueceu aqui do casaco ao almoço!"



Help!

E ainda querem que eu escreva coisas!


Só para ilustrar o meu estado de completa incompetência para fazer alguma coisa com pés e cabeça nos últimos tempos, deixem-me contar-vos o que aconteceu nem há meia:

Saio do escritório para almoçar e, lembrando-me que não tinha dinheiro na carteira, dirigi-me ao multibanco mais próximo. Acerto nos botões todos certinhos... 40€. Tiro o cartão da máquina e vou-me embora. Deixando lá 40€ pendurados para quem veio a seguir.

I rest my case.

Relacionamentos

Frases como,

"se ao menos encontrasse alguém que verdadeiramente me compreendesse",
"o companheirismo é a base de qualquer relação",
"é comum ver grandes diferenças de personalidade e de feitios em relações fortes e duradouras"

são frequentes clichés para conversas de chá das 5, de malta deprimida, cujo próximo relacionamento será, provavelmente com alguém que lhe proporcione sexo oral!!!

Eu tenho-me sentido efectivamente deprimido;

- Confio mais no fisco que nela,
- Estamos juntos há já 2 anos, apesar de inúmeros precalços e discussões,
- Temos maneiras deveras diferentes de encarar os problemas,
- Mas uma coisa é certa, uma vez assinado contrato, estamos juntos para durar, uma vez que há falta de melhor estou conformado.

O meu unico consolo é a vida sexual que levamos, uma vez que poucos foram os meses em que não fui bem fodido pela TVCABO...

E muito sinceramente, não me acredito que apareça algum operador de televisão por cabo que me faça um bico nos próximos anos!

Passo a transcrever o texto do folheto que a malta que vai repor a ligação, (após a TVCABO a ter cortado sem quaquer motivo ou aviso), costuma deixar...

"A TVCABO está a mudar. Estamos a investir na melhoria da qualidade do nosso serviço porque queremos oferecer um serviço de excelência... beca beca e tal...

Ligue grátis 800 211 411
Porque a sua opinião conta. "

Será que não há quem faça concorrência a estes filhos da puta!

Eu já liguei, agora convido-vos a todos a seguirem o meu exemplo...
Abraço

Uma despedida de solteiro...

Como prometido ao mais recente pai (petáculo) aqui fica, em jeito de prenda, um relato que ele próprio já me tinha pedido há algum tempo: o da despedida de solteiro do nosso amigo Daniel!

O acontecimento já teve lugar há um par de anos ou mais e por isso peço desde já desculpas por possiveis omissões ou ligeiros afastamentos da realidade! (bem, a realidade esteve pouco presente nessa noite, como vão poder constatar).

Início: tardinha posta (sexta ou sábado, suponho) e arrancam de Coimbra em direcção à Ranha três jovens incautos - Julião, amigo Requejo e eu próprio (mais tarde juntou-se o amigo Beto).
O ponto de encontro era à porta de um cafézito da região, onde se encontrava já o autocarro e motorista que nos iriam transportar noite fora. Estavam também já alguns dos restantes amigos do noivo. Rapidamente começaram a chegar grades de minis e garrafas de todo o tipo de bebidas hepático-nocivas. Ainda antes de entrarmos no transporte já era possivel ver cenas como pessoas de joelhoe e a beber wishky como quem bebe água de um chafariz...

Cedo nos apercebemos que o pessoal da Ranha não estava ali para brincar ás despedidas de solteiros. Tratava-se de uma coisa séria e que implicava todo um ritual de beber como um camelo antes de atravessar o sahara e de agressões mútuas. O top era alguém dizer "alongamentos!" e começar a fazer os ditos atrás de outro amigo, como quem simula o coito anal...mas sem grandes contactos. Por enquanto achavamos piada...

Quando a trupe já estava toda reunida, lá entramos no autocarro para irmos para o restaurante. Naturalmente ficámos um pouco afastados (eramos os estrangeiros). O grosso das gentes ficaram na parte dianteira, onde, entre outras actividades similares, prosseguiam os alongamentos. O problema é que as bebidas vieram também...e á medida que iam desaparecendo ia aumentando a violência. Já se viam pelo menos 2 ou 3 individuos em tronco nu e o inevitável aconteceu: esses 2 ou 3 passaram à acção e os "alongamentos" deixaram de ter qualquer semelhança com alongamentos para parecerem sexo consentido ou violações (dependendo da cooperação do "passivo"). [Nota: simulações! calças nunca foram tiradas nem breguilhas abertas!]

E assim iam caindo como tordos, um a um. Lembro-me que entre o eu pensar "Será que estamos seguros?" e o primeiro "Agora eles, lá atrás!!" foram poucos segundos. Tentar demover os agressores de nada serviu. Agarrei-me como pude (bem sentado!) ao banco da frente mas não foi suficiente... Lembro-me, por exemplo, de os meus pés tocarem no tecto da viatura, de muita galhofa e alegria e "Whaaaa!" "Toma, toma!", enquanto tudo girava.
Todos sofremos o mesmo tratamento e posso dizer que resistimos os 4 valentemente! Mas era inútil - aquilo é gente de força. No fim vimos a camisola do Requejo com marcas de sangue e tememos o pior... mas afinal tinha sido só uma arranhadela mais profunda no pescoço.

Quando chegamos ao restaurante já o noivo se encontrava num estado avançado de decomposição interna mas ainda se conseguia movimentar. A entrada no restaurante foi triunfal, com bocas para todos os gostos (bem, todos não...) a uma mesa com bastantes fêmeas. Mal o noivo chegou ao seu lugar, achou por bem fazer uma limpeza estomacal, seguida de uma sesta num banco exterior, á porta do restaurante. Do resto da refeição não tenho nenhuma recordação especial, pelo que deve ter decorrido mais ou menos na "normalidade".

A partir deste momento o irmão do noivo tomou as rédeas da noite e decidiu que a paragem seguinte seria num antro miserável (sim, desses...). Indescritível! Pior: fomos todos para o antro e o noivo ficou a dormir no autocarro! Do antro em si lembro-me, por exemplo, de um dos convidados (acho que era o vialador-mor) a dançar no poste até ser avisado através do sistema de som para parar com a brincadeira. Conclusão, bebemos um fino e fomos embora. O irmão do noivo já tinha decidido o novo destino: Lisboa! (recordo que estamos algures entre Pombal e Leiria).

"- Mas Lisboa, onde?
- Lisboa!!
- Ok..."

A viagem foi bastante mais calma que a primeira e muitos aproveitaram para recuperar uma horita de sono. Lembro-me de acordar já a chegar a Lisboa, e de entrar em Lisboa, e de ver tudo a passar...tudo... até chegarmos ao CCB/Padrão dos Descobrimentos. "Encoste aí um bocadito que vamos mandar uma mijinha e fumar um cigarro!" E assim foi, ainda se discutiu um pouco sobre onde iriamos mas ninguém tinha a menor ideia e então, mais uma vez, o irmão do noivo salvou a noite e teve uma ideia:

"- Vamos prá Kiay!
- Mas... isso é em Pombal...
- E então?
- Ok..."

Assim acabou a nossa visita a Lisboa. O noivo continuava a dormir no banco de trás do autocarro quando voltámos a entrar, de bexiga vazia, nicotina restabelecida e culturalmente mais ricos. Meia volta e aí vai disto!

Mesmo a chegar á portagem para entrar na A1 ouvimos um estoiro na parte de baixo do autocarro e, passados poucos metros, o condutor encostou a viatura. Foi ali, a uns 100 metros da portagem, que soubemos: "transmissão partida, temos de esperar que venha outro autocarro de substituição". Fomos para o exterior com umas minis e um rádiozito e a festa foi isso! Não tenho a certeza das horas mas penso que quando paramos eram, talvez, umas 2.30h ou 3h e o tal autocarro de substituição chegou já o dia nascia.

Chegamos a Pombal a tempo de tomar pequeno-almoço, entrar no carro do Requejo e arrancar rumo a casa. Á saida de Pombal o dono do veículo ainda achou por bem dar boleia a duas meninas que queriam ir para o Porto e aceitaram de bom grado a boleia parcial até Coimbra. Já durante a viagem viemos a saber que "tinham vindo ter com umas amigas e estiveram ali perto de Pombal numa putaria..."

E pronto, acho que foi +/- isto. Julião: se tiveres alguma coisa a acrescentar, força aí.
E, mais uma vez, parabéns pétáculo!

Abraços

Noite Atribulada...

Mais vale tarde que nunca, por isso aqui estou para vos contar um episódio...

Uma noite desta semana, aconteceu-me algo um pouco fora do comum que não poderia deixar de partilhar convosco.
Na noite de Terça para Quarta, deitei-me por volta das 0:45h.
Senti uma pequena indisposição, mas não liguei… Passados uns minutos a indisposição aumenta… nesta fase já ia dormitando enquanto combatia a incessante vontade que o meu estômago tinha de expelir o fabuloso jantar confeccionado por mim (bife com arroz).
Chegadas as 2:30h não aguentei, dirigi-me ao wc de cócoras agarrado à sanita e vomitei… a meio deste bonito acto, após um jacto ter saído da minha boca a grande velocidade e ter atingido o liquido que se encontrava no fundo da sanita, este salta e salpica-me a cara toda…… já não estava muito boa… melhor não ficou!
Momentos depois, já limpo, volto para a cama e tento dormir…… passados mais alguns minutos sinto uma tremenda vontade de mandar uma bufa (peido, traque, rater, como queiram), já novamente a dormitar foi-me difícil analisar se realmente se tratava de uma bufa... e vai daí que a dei… o problema foi ter constatado que estava com uma bela diarreia………
Olhei para as horas depois de ter voltado a vomitar e de ter repetido a bufa, já eram 4:30h. A diarreia continuou até ás 10:30h, altura em que consegui dormir. Por volta das 12:30h tive a visita da namorada e da mulher do Francisco (não gosto da palavra esposa), que me trouxeram uma sopinha e trataram muito bem de mim…
À hora de jantar estava com febre, mas hoje acordei melhor, embora ainda me doa o corpo e algumas dores de cabeça.

Resultado desta noite:
- Dois boxer’s borrados;
- Lençóis Borrados;
- Ficar em casa quarta-feira sem trabalhar…

Por toda esta mal cheirosa aventura, aconselho que tenham cuidado com o que comem, eu ainda estou para descobrir o que foi, … mas tenham cuidado, porque vomitar, dores de estômago e diarreia, não são sensações lá muito agradáveis.

Abraços Fraternos

Uma aventura na Barra

Combinada em cima do joelho, eis que estava à porta a Operação Fim de Semana Aveiro [um pequeno aparte para dizer que sinto profunda admiração pelos agentes da autoridade que inventam os nomes das operações]. Os intervenientes: Julião e Bernardo.

O rendez-vouz estava combinado para a tarde de Sábado, já na Praia da Barra, mas eu optei por sair do Caramulo ainda manhã cedo e (leiam bem) tomar banho já na Barra porque o banho é melhor, a água tem mais pressão e o camandro...

A viagem foi tranquila e sem problemas cheguei ao destino pelas 11 da manhã. Preparei-me então para o já mencionado banho e quando estou pronto [pronto=nuzinho, completamente preparado para a lavagem] reparo que a água continuava fria. "Cortaram-nos o gás!", foi o meu primeiro pensamento mas o segundo foi de que o Humberto podia ter fechado a válvula no contador. Assim, enrolei uma toalha à cintura e lá fui ver a maldita válvula. Estava fechada, de facto. Abri-a mas a água continuava fria e então deduzio que o gás teria efectivamente sido cortado e decidi voltar a fechar a válvula, o que se viria a revelar um tremendo erro! Ainda de toalha à cintura lá voltei a sair para fechar a válvula e eis que a porta de casa se fecha com estrondo nas minhas costas!

Estava nu e fechado fora de casa!!

Depois de pensar variados impropérios e de mandar alguns encontrões à porta la decidi que algo teria de ser feito. Decidi tentar pedir um telemóvel a algum vizinho para ligar à MJ e daí logo se veria. Para adocicar o cenário não estava mais ninguém no prédio (não quero pensar que alguém não tenha aberto a porta a um desgraçado de tronco nu com uma toalha à cintura).

Era chegada então a hora do passo seguinte: vir para a rua pedir aos transeuntes pela tão desejada chamada telefónica. Depois de duas horas a pedinchar, com a minha dignidade a rastejar lá em baixo, junto aos meus pés descalços e frios cheguei à seguinte conclusão: todos aqueles estudos que dizem que há não-sei-quantos telemóveis per capita em Portugal são mentira! Quase ninguém tem telemóvel ou, se tem, está sem saldo/bateria! Nestas duas horas apenas duas pessoas me emprestaram o seu aparelho:
- A primeira foi uma senhora que olhava para mim com um olhar de pânico que metia dó mas que mesmo assim me deixou tentar duas vezes. A MJ não atendeu e nessa altura resignei-me ao meu destino e devolvi o telemóvel com ar de cãozinho abandonado.
- A segunda pessoa foi um jovem que, no primeiro contacto, entrou para a lista, já grande, de pessoas sem saldo mas que volta passados poucos minutos com outro telemóvel e diz "Tinha ali em casa este que acho que tem saldo...". Abençoado jovem-sem-nome!! Aqui deixo o meu silencioso tributo a esta alma que permitiu que o meu pessimismo antropológico não assumisse proporções desmedidas. Lá consegui fazer a chamada.

Poucos minutos depois lá chega a MJ com uns calções, uma t-shirt e uns chinelos, com um sorriso a escorregar para a quase-gargalhada estampado na cara que não só desculpo como admiro, se fosse eu acho que não me tinha aguentado. Queria aqui deixar também o meu silencioso, maior que o anterior, agradecimento e tributo à MJ e ao seu progenitor (que gentilmente cedeu as minhas vestes).

E agora?

Bem, primeiro tentei contactar o Humberto (dono da casa), que estava no Brasil, de forma a tentar contactar a senhora das limpezas, que tem uma chave. Mas o Humberto não atendeu as variadas chamadas e a solução de chamar os Bombeiros assemelhava-se-me inevitavel. Uma última e desesperada solução seria verificar se em casa do Humberto, em Coimbra, estivesse alguém que tivesse algum contacto ou mesmo uma chave. Liguei ao Julião e ele encarregou-se disso, visto que eu não dispunha do número. Pouco depois, óptimas noticias: o irmão do Humberto estava em casa e tinha lá uma chave. Ficou então combinado que o Julião passaria por Coimbra, a caminho de Aveiro para a ir buscar.

Após alguns incidentes (o irmão do Humberto tinha saido de casa e não estava lá quando o Julião chegou) lá veio a chave. Obviamente, queria também expressar o meu profundo agradecimento ao Julião que a certo ponto da epopeia estava já algo transtornado.

Ás 6 da tarde lá voltei a entrar em casa...e tomei banho!

Agradecimentos (por ordem de aparição): senhora-em-pânico, jovem-salvador, MJ, pai da MJ, Julião e irmão-do-Humberto. [à parte, gostaria também de agradecer a quem inventou os telemóveis].

Abraços

Parabéns!

Parabéns atrasadissimos do blog ao Humberto por o dia 19 de Maio ter sido o primeiro dia por ele vivido 27 vezes!

Avançando uns dias no calendário chegamos a dia 22 de Maio, quando se deu um piccolo gathering (sim, sou um grande poliglota!) que teve início num jantar sobre o qual não me posso pronunciar, visto não ter estado presente. Juntei-me ás hostes no pós-repasto que teve como ponto de partida o habitual Anos Loucos.

Após algumas horas no "quartel-general" e após algumas bebidas havia já alguns elementos a entrar em estado de avançada alegria artificial (uns mais que outros). Foi, então, decidido procedermos ao Clepsydra.

Aí deu-se um convivío agradável até um elemento em especial (não, não vale a pena citar nomes! *tosse*brinca*tosse*) começar a destoar pela sua euforia. A principio não foi mais além de uns irritantes caldos/palmadas nas costas do pessoal do grupo mas logo aí registámos a 1ª baixa, o ilustre membro desta Irmandade, Julião. As suas imortais palavras segundos antes da sua partida terão sido algo do género: "Vou-me embora antes que vá á tromba áquele $%#%§#$@#!!".

Um a um, o grupo foi perdendo os seus convivas entre os quais o aniversariante, já com inicios do seu tão característico enrola-língua. Por fim restavam os seguintes elementos: Pardal, Arnaut, Brinca e eu.

Neste ponto é importante informar que se encontrava no local toda a equipa de rugby da Académica a festejar a sua vitória no campeonato.

Após pedir uma conhecida e usual bebida ao balção (cerveja + blue corazao = algo visualmente igual a super pop limão, do verde) o amigo eufórico acima (não) referido resolveu informar um elemento da equipa de rugby de uma determinada situação incomodativa com a seguinte frase: "Olha-me para este paneleiro de calções!" (peço desculpa pelo abuso verbal, mas procuro apenas relatar os acontecimentos com precisão). Obviamente a reacção não se fez esperar mas o contacto fisico foi evitado graças aos esforços do Arnaut e meus (estou certo que o Pardal, sentado na esplanada a contemplar a situação, também se esforçava mentalmente para acalmar as coisas). Tendo tudo isto sucedido mesmo em frente aos porteiros e logo após o Brinca ter atirado um copo para o chão, não demorou a ser convidado a deslocar-se para o exterior do estabelecimento.

Quando nos voltámos a encontrar com o camarada, já no exterior, este estava de cabeça perdida por não ter o telemovel e não hesitou em apontar os culpados: "Foram estes filhos da puta!!" [apontando para os porteiros], o que todos tomámos como mais uma atitude sensata! :P Após estar tudo mais calmo e já do outro lado da estrada, voltou ao ataque e repetiu a frase e gesto atrás mencionados. O problema foi que nesse exacto momento saiam alguns dos jogadores de rugby que tomaram aquilo, instantaneamente, como dirigido a eles...aí já não conseguimos evitar 2 ou 3 chapadas no eufórico, mas conseguimos que ficasse por aí, o que, acreditem, já foi muito bom!

E prontoS! Mais uma noite na normalidade...

Abraços